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	<title>Testemunhos - Ossos Fortes</title>
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	<description>Impeça a Osteoporose</description>
	<lastBuildDate>Wed, 05 Jul 2023 11:06:52 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Testemunhos - Ossos Fortes</title>
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		<title>A Primeira Fratura Osteoporótica: “A caminho de um pesadelo evitável”</title>
		<link>https://ossosfortes.pt/testemunhos/a-primeira-fratura-osteoporotica-a-caminho-de-um-pesadelo-evitavel/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[adminossos]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Mar 2021 18:09:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Testemunhos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Primeira Fratura Osteoporótica: “A caminho de um pesadelo evitável" - Dr. António Tirado</p>
<p>The post <a href="https://ossosfortes.pt/testemunhos/a-primeira-fratura-osteoporotica-a-caminho-de-um-pesadelo-evitavel/">A Primeira Fratura Osteoporótica: “A caminho de um pesadelo evitável”</a> first appeared on <a href="https://ossosfortes.pt">Ossos Fortes</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Dr. António Tirado Ortopedista no CHULN- H. Santa Maria (Lisboa) e presidente da Sociedade Portuguesa de Osteoporose e Doenças Metabólicas (SPODOM) <strong>Recomendações para a gestão da osteoporose durante a pandemia Covid-19 e no futuro </strong>Quando a partir dos 50 anos de idade, perante um trauma de baixa energia como a queda da própria altura, uma pessoa que sofre uma fratura costuma minimizar a importância do evento, julgando que se tratou de uma situação de azar e não um sinal de doença.</p>
<p>O tratamento inicial num centro de Trauma conduz depois a um período de reabilitação e seguimento em consulta de Ortopedia, tendo o doente alta posteriormente. Perde-se assim a oportunidade de estudar a osteoporose, frequentemente presente e não diagnosticada, o que deixa o doente em risco de sofrer novas fraturas osteoporóticas.</p>
<p>Estas, também conhecidas como fraturas de fragilidade, refletem uma perda da normal resistência do tecido ósseo, provocando a falência da sua estrutura perante um trauma de baixa energia, ou mesmo de forma espontânea, perante uma carga normal ou habitual.</p>
<p>As fraturas osteoporóticas mais frequentes são as localizadas a nível do punho (rádio distal), ombro, coluna vertebral e anca. A sua localização anatómica tem sido relacionada com a diferente fase etária em que acontecem, sendo as mais precoces no punho e ombro, seguidas das vertebrais e por último das fraturas de anca.</p>
<p>No caso das fraturas de rádio distal e de ombro, frequentemente obtém-se um resultado&nbsp;satisfatório após o seu tratamento, seja este conservador ou cirúrgico, e o doente consegue uma aceitável recuperação da função e qualidade de vida prévias. A redução correta da fratura e uma reabilitação cuidadosa e atempada são fundamentais para obter um bom resultado final. Quando a fratura se localiza a nível da coluna ou da anca, a limitação funcional é mais marcada e pode ter consequências mais sérias.</p>
<p>No caso da fratura vertebral, devemos saber que são muito mais frequentes do que pensamos, porque só um terço do total de casos motiva a ida a um centro clínico. Muito frequentemente só se manifestam como uma dor de costas, crónica ou sub-aguda, que é considerada normal e justificada pela idade avançada do doente, não se dando a atenção devida e podendo conduzir a repercussões mais sérias a longo prazo.</p>
<p>A fratura vertebral de fragilidade aumenta o risco para uma nova fratura em 2,3 vezes a nível da anca e em 4,4 vezes a nível da coluna. Por vezes, o doente sofre sucessivas fraturas de coluna, conduzindo à chamada “cascata da fratura vertebral osteoporótica”, situação que tem sérias repercussões: deformidades da coluna com perda de altura e alterações no equilíbrio, diminuição do espaço nas cavidades torácica e abdominal, alteração das funções respiratória e digestiva, entre outras. Tudo isto pode levar a médio e longo prazo à fragilização progressiva do doente, com um aumento da mortalidade de até 23 %.</p>
<p>Quando a fratura é da anca, a situação ainda parece ser mais grave, observando-se um importante aumento da morbilidade e mortalidade (até 20 a 25 % de óbitos no primeiro ano pós-fratura) e uma perda da função prévia em até 60% dos doentes. E isto acontece mesmo com o melhor dos tratamentos cirúrgicos.</p>
<p>Tendo tudo isto em conta, quando aparece pela primeira vez uma fratura de fragilidade (frequentemente a nível do punho), os profissionais de saúde devem considerar que se trata de um doente com alto risco para nova fratura e que deve ser, por isso, estudado e medicado adequada e precocemente. Na falta desta orientação, deixamos uma lacuna com consequências sérias na saúde futura do doente. Este tem sido um problema demasiado frequente, tanto a nível de centros de trauma como de reabilitação e posterior seguimento dos doentes nos seus centros de saúde. Parecia haver uma falta de responsabilização ou de conhecimento perante a chamada “assassina silenciosa”, a osteoporose, motivadora das fraturas nos doentes em questão.</p>
<p>Atualmente, estamos a promover uma partilha de informações e de trabalho em equipas multi-disciplinares para conseguir um melhor acompanhamento e resultado final nos doentes afetados por este problema. No território nacional têm aparecido progressivamente, embora ainda de forma lenta, novas unidades multi-disciplinares hospitalares que servem para orientar não só as fraturas, como também o estudo e o tratamento da osteoporose existente na maioria dos casos.</p>
<p>Esta abordagem tem sido aplicada mais facilmente nos doentes internados, devendo ser progressivamente oferecida aos outros em que o tratamento é conservador e realizado a nível domiciliário. Estas novas unidades são conhecidas internacionalmente como “FLS” (Fracture Liaison Services”) ou Unidades de Ligação de Fraturas. O seu objetivo primordial é a Prevenção secundária, procurando evitar novas fraturas de fragilidade em quem já sofreu a primeira. Parte fundamental deste trabalho é realizada a nível extra-hospitalar com a integração das unidades de cuidados primários e a inclusão dos doentes, sempre que possível, em programas de prevenção de quedas. A sua implementação a nível nacional, no seguimento do que já acontece em outros países da comunidade europeia, deverá ser uma prioridade nos programas do sistema nacional de saúde, num futuro próximo.</p><p>The post <a href="https://ossosfortes.pt/testemunhos/a-primeira-fratura-osteoporotica-a-caminho-de-um-pesadelo-evitavel/">A Primeira Fratura Osteoporótica: “A caminho de um pesadelo evitável”</a> first appeared on <a href="https://ossosfortes.pt">Ossos Fortes</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Prof. Ana Rodrigues</title>
		<link>https://ossosfortes.pt/testemunhos/prof-ana-rodrigues/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[adminossos]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Dec 2020 18:06:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Testemunhos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Como gerir a osteoporose durante a pandemia e no futuro - Prof. Ana Rodrigues</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Prof. Ana Rodrigues Assistente de Reumatologia, membro da SPR e da SPODOM <strong>Recomendações para a gestão da osteoporose durante a pandemia Covid-19 e no futuro </strong>Em Portugal a osteoporose afeta 1 em cada 5 mulheres depois da menopausa e é responsável por cerca de 12 mil fraturas da anca e 1500 mortes por ano. A pandemia causou não só uma redução do acesso aos cuidados de saúde, mas também alterações de estilo de vida da população que agravaram a perda de massa óssea e que podem, em consequência, aumentar o risco de fraturas.</p>
<p>A Osteoporose é um problema de sáude que tem de ser adeuqadamente identificado, diagnósticado e tratado e essa responsabilidade é não só da comunidade médica e de profissionais de saúde, mas também da população porque esta doença tem tratamento eficaz e a própria adoção de estilos de vida saudáveis ajuda a prevenir o risco de fraturas.</p><p>The post <a href="https://ossosfortes.pt/testemunhos/prof-ana-rodrigues/">Prof. Ana Rodrigues</a> first appeared on <a href="https://ossosfortes.pt">Ossos Fortes</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title></title>
		<link>https://ossosfortes.pt/sem-categoria/evite-o-risco-de-fraturas-e-desfrute-da-epoca-natalicia-com-os-seus-netos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[adminossos]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Dec 2020 19:38:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Evite o risco de fraturas e desfrute da época natalícia com os seus netos!</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Evite o risco de fraturas e desfrute da época natalícia com os seus netos! </strong><strong>Evite o risco de fraturas e desfrute da época natalícia com os seus netos! </strong></p>
<p>Não há nada que supere o sentimento dos avós pelos seus netos. Há mesmo quem diga que este é um “amor especial”, um “amor a duplicar”. Por esse motivo, é importante que mesmo na presença de problemas de saúde que podem interferir com a mobilidade e com o risco de fraturas &#8211; como é o caso da osteoporose &#8211; seja mantida uma relação próxima entre avós e netos, essencial para preservar este precioso laço.</p>
<p>A época natalícia é, por tradição, um período propício para as brincadeiras entre avós e netos, e quem tem osteoporose deve ter cuidados especiais para evitar pequenas fraturas ou colapsos ósseos.</p>
<p>Como é sabido, a osteoporose torna os seus ossos mais frágeis, de tal modo que podem mesmo partir-se com pequenos esforços ou quedas. Contudo, esta patologia não deve ser impeditiva do convívio e da brincadeira com os seus netos, desde que tome as devidas precauções.</p>
<p>Para evitar qualquer risco quando estiver a fazer atividades ou a brincar com os mais novos, é fundamental seguir uma regra de ouro: Manter sempre uma boa postura em todas as ocasiões, seja quando está em pé, sentado ou quando se inclina.</p>
<p>Na verdade, quando a postura não está corretamente alinhada, a sua coluna fica sujeita a suportar uma pressão maior, o que provoca mais esforço nos músculos e ligamentos, mais dores nas costas e maior risco de fratura vertebral.</p>
<p>De seguida, mostramos-lhe quais as principais regras para que mantenha sempre uma boa postura e, desta forma, poder brincar o mais possível com os seus netos e desfrutar de bons momentos em conjunto.</p>
<p><strong>5 regras básicas para evitar fraturas ou dores lombares:</strong></p>
<ol>
<li>Para apanhar algo do chão deve sempre dobrar os joelhos e inclinar-se a partir das ancas, em vez de dobrar a partir da cintura. Também pode fazê-lo sentando-se, para evitar sobrecarga e desequilíbrio.</li>
<li>Nas suas atividades e brincadeiras opte de preferência por estar sentado, mantendo sempre as costas direitas e bem apoiadas, e os dois pés bem assentes no chão. Nesta posição pode mesmo ter o seu neto/a ao colo (com o peso distribuído) e contar-lhe uma história ou cantar para ele, por exemplo.</li>
<li>Para evitar baixar-se, escolha atividades em que ambos possam estar sentados frente a frente ou lado a lado, por exemplo a fazer um puzzle, fazer origamis, jogar um jogo de tabuleiro ou desenhar.</li>
<li>Se o seu neto ou neta insistir em brincar no chão, opte por apoiar as costas contra uma parede ou colocar uma almofada debaixo dos seus glúteos para fazer altura e não causar desconforto nas costas ou curvatura lombar.</li>
<li>Certifique-se de que no final da brincadeira, em conjunto com os netos, os brinquedos ficam todos arrumados e não há objetos espalhados pelo chão que possam fazê-lo escorregar ou tropeçar e cair.</li>
</ol>
<p>Sabemos que a época de pandemia que atravessamos requer alguns cuidados acrescidos para evitar o contágio entre gerações, como realizar sempre a etiqueta respiratória, usar sempre máscara ou lavar as mãos com muita frequência. Contudo, tidas todas as cautelas, é fundamental não quebrar o espírito natalício! A todos um feliz Natal!</p><p>The post <a href="https://ossosfortes.pt/sem-categoria/evite-o-risco-de-fraturas-e-desfrute-da-epoca-natalicia-com-os-seus-netos/"></a> first appeared on <a href="https://ossosfortes.pt">Ossos Fortes</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Dr. Jorge Pestana Lopes</title>
		<link>https://ossosfortes.pt/testemunhos/dr-jorge-pestana-lopes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[adminossos]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Dec 2020 18:58:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Testemunhos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sinais de que pode ter tido uma fractura “sentinela” e o que deve fazer - Dr. Jorge Pestana Lopes</p>
<p>The post <a href="https://ossosfortes.pt/testemunhos/dr-jorge-pestana-lopes/">Dr. Jorge Pestana Lopes</a> first appeared on <a href="https://ossosfortes.pt">Ossos Fortes</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Dr. Jorge Pestana Lopes Médico no serviço de Reumatologia do Hospital Garcia de Orta <strong>Sinais de que pode ter tido uma fractura “sentinela” e o que deve fazer</strong> <strong>Sinais de que pode ter tido uma fractura “sentinela” e o que deve fazer</strong></p>
<p>Vários factores contribuem para o aumento dramático da prevalência da osteoporose em todo o mundo desenvolvido: o envelhecimento populacional, as alterações na nossa dieta, o maior sedentarismo, entre variadíssimos outros. No entanto um dos motivos pelos quais a doença progride silenciosamente prende-se com facto de muitas das suas manifestações iniciais, e algumas tardias, passarem despercebidas.</p>
<p>A fractura osteoporótica, ou de fragilidade, tem a perigosa caraterística de surgir após trauma de baixa intensidade ou impacto. Uma queda da própria altura, ou por vezes um movimento mais brusco, facilmente desvalorizado, é por vezes o suficiente.</p>
<p>Para prevenir esta doença há que adotar medidas comportamentais, como uma dieta equilibrada ou exercício físico adequado. Para o diagnóstico precoce é importante um seguimento médico regular, com realização de exames complementares diagnóstico como osteodensitometrias, quando necessário. Mas há uma terceira fase da prevenção igualmente importante: a capacidade de detectar uma fractura osteoporótica precoce.</p>
<p>Qualquer um de nós sabe que tem de ser observado de forma urgente após uma fractura incapacitante da anca, que impede a marcha, ou após uma fractura com deformação do punho ou do ombro. Já as fracturas vertebrais, que aparecem numa fase mais precoce da doença, são muitas vezes fáceis de ignorar.</p>
<p>Estas fracturas, que surgem muitas vezes antes dos 60 anos de idade, podem cursar sem sintomas. <strong>Alguns dos sinais de alarme que levam a suspeitar de fratura vertebral incluem:</strong></p>
<ul>
<li>Dor dorsal ou lombar persistente e localizada após uma queda ou gesto mais brusco;</li>
<li>Dor dorsal ou lombar que continua mesmo com toma de medicação;</li>
<li>Perda rápida de altura, ou uma diferença &gt; 6cm face à altura prévia;</li>
<li>Deformação visível da coluna, com aparecimento de curvaturas marcadas na região dorsal ou de uma “bossa” na região cervical.</li>
</ul>
<p>A identificação de um destes sinais implica uma avaliação médica para despiste de fracturas. Se a queda ou ou trauma forem recentes, se a dor for muito intensa, se houver perda de força, alteração da sensibilidade dos pés ou das pernas, deverá dirigir-se à urgência para observação.</p>
<p>O tratamento varia de caso para caso, podendo em alguns casos implicar correção cirúrgica e noutros apenas medicação para controlo da dor, se for necessário. O fundamental é nunca deixar estas fracturas “sentinela” passar despercebidas.</p>
<p>A sua identificação é uma oportunidade para impedir o aparecimento futuro de fracturas mais graves com alteração do tratamento para quem já era tratado, e início de seguimento, com eventual tratamento para quem ainda não estava alerta para esta doença silenciosa.</p>
<h3>Jorge Pestana Lopes</h3>
<p><em>Médico no serviço de Reumatologia do Hospital Garcia de Orta</em></p><p>The post <a href="https://ossosfortes.pt/testemunhos/dr-jorge-pestana-lopes/">Dr. Jorge Pestana Lopes</a> first appeared on <a href="https://ossosfortes.pt">Ossos Fortes</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Enf. Andréa Marques e Georgina Pimentel</title>
		<link>https://ossosfortes.pt/testemunhos/andrea-marques-e-georgina-pimentel/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[adminossos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Nov 2020 18:33:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Testemunhos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Tive uma fratura, e agora? Assegure-se de que tem os cuidados adequados! - Enfermeiras Andréa Marques e Georgina Pimentel</p>
<p>The post <a href="https://ossosfortes.pt/testemunhos/andrea-marques-e-georgina-pimentel/">Enf. Andréa Marques e Georgina Pimentel</a> first appeared on <a href="https://ossosfortes.pt">Ossos Fortes</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Andréa Marques e </strong><strong>Georgina Pimentel</strong> <strong>Enfermeiras do Serviço de Reumatologia do CHUC </strong><strong>Tive uma fratura, e agora? Assegure-se de que tem os cuidados adequados! </strong>Em Portugal ocorrem 40 mil fraturas osteoporóticas por ano. Pela sua incidência crescente, as fraturas osteoporóticas representam um sério e importante problema de saúde pública, não só pelos custos monetários para os doentes e famílias, mas também pelos custos para o serviço nacional de saúde, que todos os anos gasta cerca de211 mil milhões euros só para as fraturas da anca. Acrescentamos ainda os custos sociais resultantes da elevada morbilidade e mortalidade que lhe estão associados.</p>
<p>A evolução desta epidemia silenciosa impõe a necessidade de medidas preventivas a uma escala global, nacional e individual. Entre essas medidas, assume especial relevância a intervenção sobre aqueles que sofreram já uma fratura de fragilidade, dado que a sua ocorrência está só por si associada a um aumento notável do risco de fraturas subsequentes (2 a 5 vezes mais), especialmente no primeiro ano após a fratura. Ou seja, se já teve uma fratura tem um risco aumentado de sofrer de uma nova fratura.</p>
<p>Por esse motivo, é unanimemente reconhecido que a observação e tratamento de um doente após uma fratura de fragilidade constitui num imperativo ético e técnico para garantir medidas preventivas eficazes contra outras fraturas.</p>
<p>Os enfermeiros têm um papel chave na abordagem dos doentes após a fratura de fragilidade, uma vez que funcionam como gestores de todo o processo terapêutico e interlocutores entre os diversos profissionais de saúde (hospitalares e dos cuidados de saúde primários), doente e família.</p>
<p>Existe também uma forte evidência de que a maioria dos doentes crónicos, nomeadamente as pessoas com osteoporose e fratura de fragilidade, tem dificuldade em aderir a um regime prescrito de cuidados. A adesão terapêutica refere-se ao envolvimento ativo, responsável, flexível e voluntário da pessoa com osteoporose e fratura de fragilidade na gestão da sua doença, em colaboração com a equipa de saúde, com base num processo de negociação e responsabilidade partilhada, tendo em conta os interesses e as necessidades da pessoa.</p>
<p>Aprender a viver com a osteoporose e a fratura de fragilidade implica um contacto regular entre a pessoa e a equipa de saúde. Medidas como a prevenção de uma nova queda, o reforço de cálcio na alimentação, a importância da vitamina D com a exposição solar e o exercício físico, podem ser um desafio nos tempos de pandemia em que vivemos. Procure no enfermeiro um acompanhamento específico nas mudanças no estilo de vida que deve adotar para manter o seu estado crónico, afastado das complicações, e preservar a sua qualidade de vida.</p>
<p>É importante salientar que durante este período de pandemia não podemos descurar a avaliação clínica e o seguimento adequado dos doentes com osteoporose e com fraturas osteoporóticas, uma vez que elas continuam a acontecer ao mesmo ritmo que antes. É importante impedir a interrupção dos tratamentos para a osteoporose, aliviar o isolamento social e contrariar a redução de atividade física, bem como garantir que a todos os doentes com nova fratura se assegura o início do tratamento farmacológico e não farmacológico adequado.</p>
<p><strong>Andréa Marques e </strong><strong>Georgina Pimentel </strong></p>
<p><strong>Enfermeiras, Serviço de Reumatologia do CHUC</strong></p><p>The post <a href="https://ossosfortes.pt/testemunhos/andrea-marques-e-georgina-pimentel/">Enf. Andréa Marques e Georgina Pimentel</a> first appeared on <a href="https://ossosfortes.pt">Ossos Fortes</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Prof. Fátima Baptista</title>
		<link>https://ossosfortes.pt/testemunhos/prof-fatima-baptista/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[adminossos]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Oct 2020 14:34:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Testemunhos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://ossosfortes.pt/?post_type=news&#038;p=1384</guid>

					<description><![CDATA[<p>Osteoporose? Algumas sugestões para melhorar a qualidade de vida - Prof. Fátima Baptista</p>
<p>The post <a href="https://ossosfortes.pt/testemunhos/prof-fatima-baptista/">Prof. Fátima Baptista</a> first appeared on <a href="https://ossosfortes.pt">Ossos Fortes</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Prof. Fátima Baptista Professora da Faculdade de Motricidade Humana da Universidade de Lisboa Osteoporose? Algumas sugestões para melhorar a qualidade de vida <strong class="pd-left-25">Osteoporose? Algumas sugestões para melhorar a qualidade de vida</strong></p>
<p>A prática de atividade física é um fator essencial para proteger e conservar a estrutura óssea. Apesar de não reverter por completo a perda óssea associada à osteoporose, um estilo de vida ativo contribui para uma maior qualidade de vida e ajuda a prevenir a perda de massa óssea associada à menopausa, ao envelhecimento ou a condições clínicas/tratamentos como por exemplo, a artrite reumatoide, a diabetes tipo I, doenças hepáticas ou de má absorção intestinal.</p>
<p>Entre as diversas possibilidades de exercício físico, há que privilegiar a caminhada, exercícios de força e exercícios de equilíbrio. Algumas propostas para quem pretende aumentar o seu nível de atividade física em casa ou na proximidade da zona de residência incluem:</p>
<p><strong class="pd-left-25">CAMINHAR MAIS </strong></p>
<p>Para a prevenção da saúde e bem-estar a Organização Mundial de Saúde (OMS, 2010) recomenda para pessoas adultas  (18 ou + anos) a acumulação de pelo menos 20 minutos por dia de atividade física de intensidade moderada como a caminhada e/ou outras formas de esforço físico semelhante; a atividade pode ser fracionada em períodos mais curtos de 10 minutos ou eventualmente de 5 minutos, para as pessoas com capacidade física diminuída.</p>
<p><img decoding="async" class="wp-image-1386 size-full aligncenter" src="https://ossosfortes.pt/wp-content/uploads/2020/11/tabela.jpg" alt="" width="567" height="81" srcset="https://ossosfortes.pt/wp-content/uploads/2020/11/tabela.jpg 567w, https://ossosfortes.pt/wp-content/uploads/2020/11/tabela-300x43.jpg 300w" sizes="(max-width: 567px) 100vw, 567px" /></p>
<p>Uma forma fácil de saber se se está a cumprir com as recomendações da OMS é contabilizar o número total de passos dados por dia em atividades básicas (lavar-se, vestir-se, deslocar-se em casa), instrumentais/funcionais (cozinhar, limpar/arrumar, deslocar-se para/no trabalho/escola) e avançadas (fazer exercício/desporto ou  atividades domésticas/ocupacionais fisicamente exigentes):  6500 passos para pessoas adultas incluindo pessoas idosas</p>
<p>Como conhecer o número de passos dados diariamente?</p>
<p>Recorrendo a equipamentos que contenham sensores de movimento (telemóveis) e a aplicações (Apps) concebidas para contabilizar passos. Caso não esteja familiarizado e/ou não tenha instalado nenhuma destas Apps no telemóvel, sugere-se a utilização da App “Pacer”. Vai ser necessário estar com o telemóvel, sempre que ande.</p>
<p><strong class="pd-left-25">DIMINUIR OS COMPORTAMENTOS SEDENTÁRIOS</strong></p>
<p>Os comportamentos sedentários dizem respeito a todas as atividades realizadas na posição sentada ou reclinada, como por exemplo ver televisão, ler ou outras formas de recreação/trabalho com ecrãs. Este tipo de comportamentos quando acumulados diariamente por mais de 8 horas, ou seja, mais de 50% do tempo acordado, e/ou quando mantidos de forma prolongada por períodos superiores a 30 min sem qualquer interrupção, constituem um risco para a saúde e o bem-estar.</p>
<p>Considerando que a posição de sentado é a forma mais comum de comportamento sedentário durante o dia, reduzir e interromper frequentemente o tempo sentado constitui uma estratégia importante para a prevenção de riscos para a saúde e o bem-estar. Acumular menos de 4500 passos por dia é indicador de um tempo sentado excessivo.</p>
<p>Para a prevenção da saúde e bem-estar a Organização Mundial de Saúde (OMS, 2010) recomenda ainda para pessoas adultas/idosas a realização de exercícios de força de intensidade moderada a elevada, que envolvam grandes grupos musculares, 2 ou + vezes por semana (e exercícios de equilíbrio para pessoas com dificuldades de equilíbrio).  Para este fim aconselha-se a prática com um profissional do exercício. Sugerem-se, no entanto, exercícios simples para fazer em casa:</p>
<p><strong class="pd-left-25">QUAL O TIPO DE EXERCÍCIO QUE DEVEMOS PRATICAR?</strong></p>
<p>Toda a atividade física é importante. Mas pelo que atrás se disse, devemos implementar um programa de exercício que inclua “carga” (por exemplo, a marcha ou a corrida), mas que não descure a solicitação dos músculos antigravíticos, ou seja, os que exercem tração sobre a coluna (extensores) ou o punho (força de preensão, por exemplo). O exercício tem várias componentes, como a força, a resistência, a velocidade, a flexibilidade e a coordenação. Todas estas variáveis devem ser tidas em conta e contempladas num programa adequado às nossas características individuais: idade, condição física, possíveis patologias ou limitações.</p>
<p>A propósito do exercício, ouvimos por vezes referir que o que é realizado em água/piscina não tem interesse para a osteoporose. Não é correto. Obviamente que, devido ao princípio da impulsão, a carga é tanto menor quanto mais volume do nosso corpo estiver imerso. No entanto, os fatores thidrodinâmicos, nomeadamente a resistência da água ao movimento, permitem muito facilmente promover um desejável fortalecimento muscular. Por outro lado, a água protege muito as pessoas que têm maior risco de queda.</p>
<p>Em conclusão: dada a importância do exercício na nossa saúde, e particularmente na osteoporose, a sua prática deve ser fortemente implementada e devidamente orientada por indicação médica especializada.</p>
<p><strong class="pd-left-25">EXERCÍCIOS DE FORÇA</strong></p>
<p><strong class="pd-left-25"><em><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-1422 size-medium" src="https://ossosfortes.pt/wp-content/uploads/2020/11/ilustracoes-exercicios-01-291x300.jpg" alt="" width="291" height="300" srcset="https://ossosfortes.pt/wp-content/uploads/2020/11/ilustracoes-exercicios-01-291x300.jpg 291w, https://ossosfortes.pt/wp-content/uploads/2020/11/ilustracoes-exercicios-01-994x1024.jpg 994w, https://ossosfortes.pt/wp-content/uploads/2020/11/ilustracoes-exercicios-01-768x791.jpg 768w, https://ossosfortes.pt/wp-content/uploads/2020/11/ilustracoes-exercicios-01.jpg 1270w" sizes="(max-width: 291px) 100vw, 291px" /></em></strong></p>
<p><strong class="pd-left-25"><em>Membros inferiores &#8211; Levantar e sentar da cadeira</em></strong></p>
<p>Para realizar o exercício de levantar e sentar a pessoa deve sentar-se a meio de uma cadeira, com os pés apoiados no chão à largura da bacia e o olhar em frente. Seguidamente a pessoa deve levantar-se da cadeira até à extensão completa das pernas com ou sem ajuda dos braços e expirar durante a fase em que se levanta. Por fim, retornar à posição inicial com ou sem ajuda dos braços. O movimento completo de levantar e sentar uma vez deve demorar cerca de 3-4 segundos. Efetuar duas séries de 10 repetições, ou seja, realizar 10 repetições, descansar 1 minuto e realizar mais 10 repetições. Este exercício destina-se ao fortalecimento dos músculos da coxa. Poderá ainda fortalecer os músculos da barriga da perna se se colocar atrás da cadeira com as mãos apoiadas no encosto e levantar e baixar os calcanhares com o mesmo ritmo e repetições do exercício anterior.</p>
<p><strong class="pd-left-25"><em><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-1423 size-medium" src="https://ossosfortes.pt/wp-content/uploads/2020/11/ilustracoes-exercicios-02-e1605803393721-286x300.jpg" alt="" width="286" height="300" srcset="https://ossosfortes.pt/wp-content/uploads/2020/11/ilustracoes-exercicios-02-e1605803393721-286x300.jpg 286w, https://ossosfortes.pt/wp-content/uploads/2020/11/ilustracoes-exercicios-02-e1605803393721-768x806.jpg 768w, https://ossosfortes.pt/wp-content/uploads/2020/11/ilustracoes-exercicios-02-e1605803393721-248x260.jpg 248w, https://ossosfortes.pt/wp-content/uploads/2020/11/ilustracoes-exercicios-02-e1605803393721-731x768.jpg 731w, https://ossosfortes.pt/wp-content/uploads/2020/11/ilustracoes-exercicios-02-e1605803393721-394x414.jpg 394w, https://ossosfortes.pt/wp-content/uploads/2020/11/ilustracoes-exercicios-02-e1605803393721-414x435.jpg 414w, https://ossosfortes.pt/wp-content/uploads/2020/11/ilustracoes-exercicios-02-e1605803393721.jpg 781w" sizes="(max-width: 286px) 100vw, 286px" /></em></strong></p>
<p><strong class="pd-left-25"><em>Membros superiores &#8211; Bicipete curl sentada com banda elástica</em></strong></p>
<p>Neste exercício, a pessoa deve sentar-se a meio de uma cadeira com os pés afastados à largura da bacia e colocar a banda elástica debaixo dos pés. Seguidamente deve segurar as extremidades da banda de modo a ajustar o seu comprimento para começar o exercício com os braços esticados. Para o efeito, é necessário envolver a banda em torno das mãos para aumentar a tensão. Iniciar o exercício com uma inspiração e lentamente (2 segundos) fletir os antebraços em direção aos ombros mantendo os cotovelos apertados contra o corpo durante o movimento; expirar enquanto a banda é puxada. Depois de fletir completamente os braços retornar à posição inicial, libertando a tensão na banda. Esta fase demora também 2 segundos. Efetuar duas séries de 10 repetições, ou seja, realizar 10 repetições, descansar 1 minuto e realizar mais 10 repetições. Este exercício destina-se ao fortalecimento dos músculos do braço. A bandas elástica pode ser adquirida numa loja de desporto</p>
<p><strong class="pd-left-25"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-1424 size-medium" src="https://ossosfortes.pt/wp-content/uploads/2020/11/ilustracoes-exercicios-03-e1605803416918-287x300.jpg" alt="" width="287" height="300" srcset="https://ossosfortes.pt/wp-content/uploads/2020/11/ilustracoes-exercicios-03-e1605803416918-287x300.jpg 287w, https://ossosfortes.pt/wp-content/uploads/2020/11/ilustracoes-exercicios-03-e1605803416918-768x803.jpg 768w, https://ossosfortes.pt/wp-content/uploads/2020/11/ilustracoes-exercicios-03-e1605803416918-249x260.jpg 249w, https://ossosfortes.pt/wp-content/uploads/2020/11/ilustracoes-exercicios-03-e1605803416918-735x768.jpg 735w, https://ossosfortes.pt/wp-content/uploads/2020/11/ilustracoes-exercicios-03-e1605803416918-396x414.jpg 396w, https://ossosfortes.pt/wp-content/uploads/2020/11/ilustracoes-exercicios-03-e1605803416918-414x433.jpg 414w, https://ossosfortes.pt/wp-content/uploads/2020/11/ilustracoes-exercicios-03-e1605803416918.jpg 794w" sizes="(max-width: 287px) 100vw, 287px" /></strong></p>
<p><strong class="pd-left-25">EXERCÍCIOS DE EQUILÍBRIO</strong></p>
<p>Na posição de pé, permanecer com os dois pés juntos lado a lado, com os pés em semi-linha, com os pés em linha um à frente do outro e por último sobre um pé (ver figura). Quando confiante na manutenção destas posições, alterar a posição dos braços. Manter cada uma das posições 30 segundos.</p>
<p>Consultar um profissional do exercício para um programa de treino completo.</p>
<p>Não deixe de visitar o Programa Osteo</p>
<p><a href="http://formesp.fmh.ulisboa.pt/osteo/">http://formesp.fmh.ulisboa.pt/osteo/</a></p>
<h3>Fátima Baptista</h3>
<p><em>Professora da Faculdade de Motricidade Humana da Universidade de Lisboa </em></p><p>The post <a href="https://ossosfortes.pt/testemunhos/prof-fatima-baptista/">Prof. Fátima Baptista</a> first appeared on <a href="https://ossosfortes.pt">Ossos Fortes</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Dra Maria Eugénia Simões</title>
		<link>https://ossosfortes.pt/testemunhos/dra-maria-eugenia-simoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[adminossos]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 06 Jun 2020 15:05:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Testemunhos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O que é a Osteoporose? - Dra Maria Eugénia Simões</p>
<p>The post <a href="https://ossosfortes.pt/testemunhos/dra-maria-eugenia-simoes/">Dra Maria Eugénia Simões</a> first appeared on <a href="https://ossosfortes.pt">Ossos Fortes</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Dra Maria Eugénia Simões Reumatologista do Instituto Português de Reumatologia O que é a Osteoporose? A osteoporose caracteriza-se por diminuição da resistência óssea (por diminuição da massa óssea e/ou alteração da sua estrutura), podendo levar à ocorrência de fraturas pela existência de traumatismos mínimos ou, mesmo na ausência destes.</p>
<p><strong>As mulheres sofrem mais de osteoporose. Porquê?</strong></p>
<p>A doença fragiliza os ossos e atinge cerca de 30% das mulheres após a menopausa. Os estrogénios (Hormonas sexuais femininas) têm a sua responsabilidade. Mas não só. A massa óssea também é para aqui chamada.</p>
<p>A osteoporose é uma doença metabólica em que os ossos se vão tornando cada vez mais frágeis, mais porosos. O risco de fratura aumenta, sobretudo na anca, nos punhos, na coluna vertebral, membros superiores. As mulheres são mais afetadas do que homens, sendo o risco três vezes superior no sexo feminino do que no masculino. Porquê? Há várias razões. Já lá iremos.</p>
<p>A osteoporose aumenta o risco de fraturas e atinge cerca de 30% de todas as mulheres após a menopausa – é, aliás, responsável por fraturas em 40% das mulheres nesta fase da vida. Em Portugal, 10,2% da população sofre da doença. Depois dos 50 anos, um terço das mulheres sofre uma fratura causada pela osteoporose.</p>
<p>No sexo feminino, a incidência de fraturas ósseas associadas à osteoporose afeta praticamente uma em cada três mulheres com mais de 70 anos, em algum momento da sua vida. No sexo masculino, um em cada cinco homens com idade superior a 50 anos sofre uma fratura de fragilidade devido à perda de massa óssea. De um lado e do outro, é um problema expressivo e uma limitação muito significativa do ponto de vista de qualidade de vida e independência.</p>
<p>No sexo feminino a prevalência desta doença é maior, porquê? Por várias razões. Tem a ver, por um lado, com a geometria óssea masculina e feminina, que é diferente. Os ossos das mulheres são, habitualmente, de dimensões menores. Em regra, a média da estatura dos homens é mais elevada. Os ossos das mulheres são, habitualmente, mais pequenos do que os dos homens.</p>
<p>Além disso, o ambiente hormonal é diferente. A forma como se alcança o pico da massa óssea, entre os 20 e os 25 anos de idade, em que o osso é mais forte, é diferente em ambos os sexos. A puberdade da mulher é mais rápida, no homem é mais lenta, sendo os estrogénios importantes para ambos os sexos, no que toca à saúde óssea.</p>
<p>Além disso, o risco de desenvolver a doença aumenta na menopausa. A insuficiência hormonal na mulher é mais expressiva. A diminuição e a perda de estrogénio dramática, quase total, que se verifica na menopausa, tem consequências. Na mulher, há uma perda de massa óssea acelerada. O homem não tem essa equivalência, a perda hormonal masculina e, óssea é mais lenta. Por outro lado, as mulheres vivem, em média, mais tempo, o que aumenta a perda de massa óssea, aumentando assim a possibilidade de fraturas.</p>
<p>Os genes determinam grande parte do risco de osteoporose e não há nenhum teste genético para esta doença. Estudos demonstraram que se algum dos pais teve uma fratura, a pessoa terá maior probabilidade de sofrer de osteoporose. Para a aquisição de um bom capital ósseo (o tal algures à volta dos 20 anos) 70 a 80% dos fatores não são controláveis, uma vez que são determinados geneticamente, podemos sim otimizá-los com um estilo de vida saudável.</p>
<p>A osteoporose afeta a qualidade de vida, a mobilidade, interfere na estatura, pode levar à perda de capacidade respiratória e aumenta a mortalidade. Há fatores de risco que não se conseguem controlar, mas há fatores possíveis de mudar. A alimentação é um dos principais aliados, passível de melhorar, para prevenir a doença. Os alimentos ricos em cálcio e vitamina D ajudam a melhorar a rigidez dos ossos, e os laticínios continuam à frente. O cálcio deve fazer parte da alimentação diária, mas é necessária vitamina D para que este seja absorvido.</p>
<p>A vitamina D e regular exposição solar, por vezes, com necessidade de recurso a suplementos deve ser tida em conta.</p>
<p>Importante é também fazer exercício físico ao longo da vida, e evitar consumos excessivos de álcool, de tabaco (este deve mesmo ser abolido) e de café (duas chávenas de café por dia apenas). A ciência confirma que a diminuição da atividade física e as alterações nutricionais podem afetar o metabolismo ósseo de forma negativa e contribuírem para a osteoporose.</p>
<p><strong>Se possui um ou mais destes sinais de alerta, procure o seu médico:</strong></p>
<ul>
<li>Se é mulher, depois da menopausa ou homem com mais de 70 anos</li>
<li>Se fez alguma fratura de uma queda simples ou sem traumatismo depois dos 40 anos</li>
<li>Se o seu pai ou mãe sofreu de fratura do colo do fémur (anca) após traumatismo mínimo</li>
</ul>
<h3>Dra Maria Eugénia Simões</h3>
<p><em>Reumatologista do Instituto Português de Reumatologia</em></p><p>The post <a href="https://ossosfortes.pt/testemunhos/dra-maria-eugenia-simoes/">Dra Maria Eugénia Simões</a> first appeared on <a href="https://ossosfortes.pt">Ossos Fortes</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Conselhos para viver com osteoporose &#8211; Dr. José Canas da Silva</title>
		<link>https://ossosfortes.pt/testemunhos/dr-jose-canas-da-silva/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[adminossos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Mar 2020 23:32:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Testemunhos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Conselhos para viver com osteoporose - Dr. José Canas da Silva</p>
<p>The post <a href="https://ossosfortes.pt/testemunhos/dr-jose-canas-da-silva/">Conselhos para viver com osteoporose – Dr. José Canas da Silva</a> first appeared on <a href="https://ossosfortes.pt">Ossos Fortes</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Dr. José Canas da Silva Médico especialista em Reumatologia Conselhos para viver com osteoporose Na prevenção, o mais importante é manter, ao longo da vida, um estilo de vida saudável e evitar os maus companheiros para o osso.</p><p>The post <a href="https://ossosfortes.pt/testemunhos/dr-jose-canas-da-silva/">Conselhos para viver com osteoporose – Dr. José Canas da Silva</a> first appeared on <a href="https://ossosfortes.pt">Ossos Fortes</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Dr. Jorge Dores</title>
		<link>https://ossosfortes.pt/testemunhos/dr-jorge-dores/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[adminossos]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Dec 2019 15:12:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Testemunhos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Osteoporose: Um relacionamento social pobre pode afetar a saúde dos ossos? - Dr. Jorge Dores</p>
<p>The post <a href="https://ossosfortes.pt/testemunhos/dr-jorge-dores/">Dr. Jorge Dores</a> first appeared on <a href="https://ossosfortes.pt">Ossos Fortes</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Dr. Jorge Dores Endocrinologista do Centro Hospitalar e Universitário do Porto<br />
Professor Auxiliar Convidado do ICBAS da Universidade do Porto Osteoporose: Um relacionamento social pobre pode afetar a saúde dos ossos? Vivemos uma transformação social com tendência para o isolamento familiar de núcleos cada vez mais pequenos e, à medida que envelhecemos, para o isolamento individual consequente ao desaparecimento progressivo dos familiares da mesma geração e do cônjuge. Concorrem para este isolamento cada vez mais confinado ao indivíduo variados fatores desde a redução acentuada do número de descendentes, a organização das famílias que deixaram de co-habitar e conviver com os patriarcas fruto da pressão laboral que obriga ao dispêndio da maior parte do dia fora de casa por ambos os elementos ativos do casal, sem disponibilidade para cuidar e acompanhar os progenitores. A tudo isto se acrescentam as atividades de lazer cada vez mais monopolizadas por comportamentos que propiciam o isolamento como a utilização dos dispositivos pessoais multimédia em casa ou em espaços públicos, empobrecendo a interação social.</p>
<p>Esta tendência para o empobrecimento de interação social enfraquece laços de solidariedade, levando ao isolamento social das pessoas mais frágeis e vulneráveis que são os idosos e destes, as mulheres, geralmente com maior longevidade.</p>
<p>Se temos a noção que este isolamento contribui para o aparecimento de doenças do foro neuro-psicológico como a depressão ou a demência, um estudo publicado recentemente por uma Universidade Americana confirmou que um relacionamento social pobre está associado objetivamente a uma deterioração da saúde do osso em mulheres com idades entre os 50 e os 75 anos. Este trabalho cientificamente bem realizado avaliou um grupo de mais de 11 mil mulheres após a menopausa e avaliou-as em 3 áreas de relacionamento distintas: tensão social, apoio social e funcionalidade social. Dentro destas 3 caraterísticas foram agrupadas de acordo com a pontuação obtida em cada área, avaliada no inquérito realizado no início do estudo. Simultaneamente foi quantificada a densidade óssea da coluna lombar e colo do fémur no início do estudo e 6 anos depois. Constatou-se uma associação forte entre deterioração do relacionamento social e a redução da densidade mineral óssea da coluna e do fémur ao fim dos 6 anos de avaliação. Esta associação foi estatisticamente validada para a tensão e funcionalidade social mas não o apoio social, isto é, a qualidade do relacionamento, representadas pela boa funcionalidade e baixa tensão social é mais importante que a quantidade, representada pelo apoio social. Estes resultados mantiveram-se consistentes quando a população foi ajustada para variáveis importantes como a idade, nível de educação, condições médicas associadas, peso, fumadoras, consumo de álcool, utilização de terapêutica hormonal de substituição, idade da menopausa, atividade física ou história prévia de fraturas.</p>
<p>Este estudo que culmina com a associação entre a redução da massa óssea em pessoas com pobre relacionamento social pode explicar os resultados de trabalhos anteriores que mostraram que eventos stressantes como baixos níveis de otimismo e de satisfação na vida estavam associados a mais fraturas.</p>
<p>Com base nestes estudos os autores do trabalho sugerem a necessidade da comunidade se organizar de modo a promover uma vida social mais ativa para as mulheres idosas, no sentido de poder atrasar a desmineralização óssea e reduzir o risco de fraturas que são um problema grave de saúde pública neste grupo etário.</p>
<p><em>Fonte: Follis SL et al. Psychosocial stress and bone loss among postmenopausal women:results from the Women’s Health Iniciative. J Epidemiol Community Health, July 9, 2019</em></p>
<h3>Dr Jorge Dores</h3>
<p><em>Endocrinologista do Centro Hospitalar e Universitário do Porto</em></p><p>The post <a href="https://ossosfortes.pt/testemunhos/dr-jorge-dores/">Dr. Jorge Dores</a> first appeared on <a href="https://ossosfortes.pt">Ossos Fortes</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Prof. Ana Paula Barbosa</title>
		<link>https://ossosfortes.pt/testemunhos/ana-paula-barbosa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[adminossos]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Dec 2019 14:59:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Testemunhos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://ossosfortes.pt/?post_type=news&#038;p=1396</guid>

					<description><![CDATA[<p>Estratégias alimentares para ossos saudáveis - Prof. Ana Paula Barbosa</p>
<p>The post <a href="https://ossosfortes.pt/testemunhos/ana-paula-barbosa/">Prof. Ana Paula Barbosa</a> first appeared on <a href="https://ossosfortes.pt">Ossos Fortes</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Estratégias alimentares para ossos saudáveis[ Ana Paula Barbosa, MD, PhD Coordenadora da Consulta Multidisciplinar de Osteoporose Fracturária. Serviço de Endocrinologia, Diabetes e Metabolismo. Hospital Santa Maria. Centro Hospitalar Universitário Lisboa Norte, EPE. Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa A Osteoporose é a doença metabólica do osso mais prevalente e caracteriza-se por uma deterioração da estrutura e da qualidade do tecido ósseo, causando uma diminuição da resistência óssea, o que predispõe ao aparecimento de fracturas. É uma doença silenciosa, porque até ocorrer a primeira fractura o doente não sabe que tem a doença.</p>
<p>É considerada um grave problema de Saúde Pública semelhante à Diabetes Mellitus, ao Cancro ou às Doenças Cardiovasculares. Dado o aumento da esperança de vida e o envelhecimento crescente da população, a Osteoporose tem uma prevalência crescente em todo o Mundo.</p>
<p>Estima-se que uma em cada três mulheres e um em cada cinco homens após os 50 anos, irá sofrer uma fractura osteoporótica. E ainda que a cada três segundos ocorre uma fractura osteoporótica num qualquer ponto do globo.</p>
<p>Apesar da genética ter um grande contributo na determinação da massa óssea, isso não significa que não se tenha um papel activo para melhorar a saúde dos nossos ossos. Tal pode e deve começar o mais precocemente possível, até durante a gravidez, com um bom aporte de cálcio para construirmos um bom esqueleto; o nosso esqueleto constrói-se até cerca dos 20-30 anos de idade e a partir daí todos começamos a perder massa óssea. Por isso, durante a infância e a adolescência devemos ter uma boa ingestão de cálcio e de proteínas, associado a exercício físico regular de intensidade moderada.</p>
<p>Os produtos lácteos (queijo, iogurte e leite) são os melhores fornecedores de cálcio. Um litro de leite veicula em média 1150mg de cálcio e além disso contem outros nutrientes importantes como vitaminas, fósforo, iodo e proteínas. Outros alimentos que veiculam cálcio em menor quantidade são a sardinha e o salmão preferencialmente com as espinhas, os vegetais de folha verde escura e os bróculos.</p>
<p>A vitamina D é muito importante para a saúde óssea, porque promove a absorção do cálcio e embora a melhor forma de a obtermos seja através da exposição solar, alguns alimentos também a veiculam, nomeadamente, ovos, peixes gordos como atum, salmão e sardinha e cogumelos.</p>
<p>Uma adequada ingestão de proteínas é muito importante para a manutenção do osso e do músculo, e tal poderá ser feito com ingestão de peixe, carne, ovos e leguminosas.</p>
<p>Uma vez que a inflamação pode acelerar a perda de massa óssea, os alimentos que a reduzem como os frutos secos, são também benéficos.</p>
<p>Para a saúde óssea será ainda muito importante evitar o tabagismo, o consumo exagerado de álcool, de cafeína e de sal, e o sedentarismo. Os melhores exercícios são os de resistência e os que promovem o equilíbrio, para evitar as quedas.</p>
<p>Os doentes com osteoporose e os que já fracturaram deverão fazer tratamento com fármacos que melhorem a massa óssea e para tal terão de efectuar na maior parte dos casos suplementos de cálcio e/ou vitamina D.</p>
<h3>Ana Paula Barbosa, MD, PhD</h3>
<p><em>Coordenadora da Consulta Multidisciplinar de Osteoporose Fracturária. Serviço de Endocrinologia, Diabetes e Metabolismo. Hospital Santa Maria. Centro Hospitalar Universitário Lisboa Norte, EPE. Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa</em></p><p>The post <a href="https://ossosfortes.pt/testemunhos/ana-paula-barbosa/">Prof. Ana Paula Barbosa</a> first appeared on <a href="https://ossosfortes.pt">Ossos Fortes</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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