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	<title>Noticias - Ossos Fortes</title>
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	<description>Impeça a Osteoporose</description>
	<lastBuildDate>Wed, 09 Oct 2024 15:05:54 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Noticias - Ossos Fortes</title>
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		<title>A prevenção começa em casa: cuidados a ter!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[adminossos]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Oct 2024 14:55:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A queda é um evento multifatorial que pode motivar perturbações emocionais, físicas, impotência funcional e morte.</p>
<p>The post <a href="https://ossosfortes.pt/sem-categoria/a-prevencao-comeca-em-casa-cuidados-a-ter/">A prevenção começa em casa: cuidados a ter!</a> first appeared on <a href="https://ossosfortes.pt">Ossos Fortes</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Segundo a OMS, a <strong>segunda maior causa de morte acidental, em todo o mundo, são as quedas</strong>. Estas podem ocorrer em qualquer idade; no entanto, tornam-se um problema quando acontecem nas pessoas de idade avançada, principalmente pela possibilidade de repetição, assim como pelas consequências que podem advir da mesma.</p>



<p>A queda é um evento multifatorial que pode motivar perturbações emocionais, físicas, impotência funcional e morte. Para além da idade, outros fatores contribuem para o aumento do risco de queda, nomeadamente: <strong>existência de quedas prévias</strong>, ausência de prática de atividade física, polimedicação, diminuição da acuidade visual, do tempo de reação, falta de equilíbrio e de força muscular, demência, patologias osteoarticulares, entre outros.</p>



<p>Os números ilustram bem a realidade vivida nas instituições de saúde em Portugal. <strong>As principais vítimas destas quedas são a população idosa, ou seja, acima dos 65 anos</strong>. Segundo o Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge, em Portugal, em 2020, as quedas ocorridas em ambiente doméstico e de lazer levaram 45000 idosos aos serviços de urgência. Destes, um grande número irá apresentar uma fratura (muitas vezes da anca), que se traduz em perda de funcionalidade com inevitável dependência de terceiros, para além de desfechos por vezes fatais.</p>



<p>E, tal como diz o provérbio, “mais vale prevenir do que remediar”. Esta prevenção começa em casa, adotando alguns cuidados que poderão ser uma mais valia para evitar quedas e, naturalmente, as suas consequências. Quando se fala em prevenção, há duas estratégias que devem ser tidas em atenção:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>As que promovem a capacidade física do idoso;</li>



<li>As que promovem o ambiente seguro para o mesmo.</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading">Promoção da capacidade física do idoso</h3>



<p>Relativamente à promoção da capacidade física do idoso, há dois objetivos essenciais que devem estar presentes – os ganhos de força muscular e de equilíbrio. O idoso deve ser incentivado a <strong>participar em programas de atividade física, que irão permitir melhorar a sua força muscular</strong>, o seu equilíbrio, mas também prevenir doenças silenciosas como a osteoporose, que aumenta o risco de fraturas ósseas e, tantas vezes, se encontra não diagnosticada e não tratada, apenas sendo descoberta aquando de uma primeira fratura após queda.</p>



<p>A atividade física pode ser realizada no exterior, mas também dentro de casa, sempre devidamente adaptada à condição de saúde do idoso. Idealmente, deverá realizar-se duas horas e meia de atividade física, dividida ao longo da semana (ex.: 3x/semana). A escolha do tipo de atividade deve ter por base as capacidades do idoso, assim como o seu gosto pessoal, nunca descurando o aquecimento inicial e progredindo lentamente o nível de exigência dos exercícios.</p>



<p>Alguns exemplos de atividades que podem ser realizadas incluem: exercícios de ginástica (com reforço na mobilidade e flexibilidade articular e resistência muscular), caminhar, nadar e andar de bicicleta.</p>



<p>A <strong>prática de exercício físico</strong> vai permitir melhorar o tempo de reação, a flexibilidade, a força muscular, o equilíbrio, contribuindo ainda para prevenir a perda de massa óssea, ou seja, interferir diretamente em vários fatores de risco de queda.</p>



<p>Relativamente à <strong>promoção do ambiente seguro</strong>, é pertinente compreender que há fatores associados ao espaço físico que podem aumentar o risco de queda, pelo que se torna imprescindível identificar os obstáculos habitualmente presentes em casa: tapetes; iluminação deficiente ou excessiva; fios elétricos soltos; corrimões inseguros ou descontínuos; falta de barras de apoio; piso degradado, desnivelado ou escorregadio; degraus estreitos, irregulares, altos, escorregadios e sem corrimão; má organização do próprio espaço (ex.: mobília em quantidade excessiva ou de difícil acesso); camas demasiado altas ou baixas; passeios em redor da casa irregulares, escorregadios devido a chuva, neve ou musgo; animais domésticos.</p>



<p>Devemos, ainda, <strong>identificar os espaços mais frequentemente usados, na residência, pelo idoso</strong>, para priorizar as intervenções de melhoria. São habitualmente o quarto, a casa de banho, a sala e a cozinha. Algumas adaptações no domicílio torná-lo-ão mais seguro e sem investimentos dispendiosos. Estas adaptações deverão ir ao encontro da segurança do espaço envolvente, nomeadamente:</p>



<h3 class="wp-block-heading">ILUMINAÇÃO:</h3>



<ul class="wp-block-list">
<li>Aumentar a potência das lâmpadas (nos casos de iluminação deficiente);</li>



<li>Colocar iluminação extra nos locais da casa com maior risco de queda;</li>



<li>Colocar luzes de presença no trajeto quarto/casa de banho;</li>



<li>Os interruptores devem estar ao alcance do idoso e ter um dístico luminoso para ser visto no escuro;</li>



<li>Os fios elétricos devem estar presos à parede;</li>



<li>Substituir cortinas opacas por transparentes.</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading">CHÃO:</h3>



<ul class="wp-block-list">
<li>Preferir pisos antiderrapantes;</li>



<li>Manter o chão livre de objetos, como fios elétricos;</li>



<li>Evitar pisos molhados ou encerados;</li>



<li>Colocar os móveis de modo a que não impeçam a circulação;</li>



<li>Remover tapetes ou, pelo menos, substituir tapetes soltos por antiderrapantes ou fixá-los ao chão;</li>



<li>Colocar tiras antiderrapantes e fluorescentes, no fim de cada degrau.</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading">SALA:</h3>



<ul class="wp-block-list">
<li>O sofá/cadeirão deve ter apoio de braços;</li>



<li>Deve ter uma altura que permita ao idoso estar sentado com os dois pés no chão e com os joelhos dobrados a 90º;</li>



<li>Os assentos baixos podem ser compensados com a colocação de almofadas;</li>



<li>Os assentos altos podem ser compensados cortando os pés.</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading">CASA DE BANHO:</h3>



<ul class="wp-block-list">
<li>Preferir base de chuveiro, em vez de banheira;</li>



<li>Colocar barras de apoio nas zonas de maior risco (junto à sanita, lavatório e chuveiro);</li>



<li>Colocar tapete antiderrapante na base de chuveiro, bem como fora do mesmo;</li>



<li>Colocar um banco de apoio na base de chuveiro;</li>



<li>Colocar alteador de sanita, nos casos de sanita muito baixa.</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading">QUARTO:</h3>



<ul class="wp-block-list">
<li>A cama deve ter a altura adequada: quando sentado na beira da cama permitir dobrar os joelhos a 90°;</li>



<li>A organização do mobiliário deve permitir o fácil acesso, bem como a fácil circulação com auxiliares de marcha, como andarilhos;</li>



<li>As grades só devem ser usadas quando o idoso não consegue sair sozinho da cama de forma a evitar que role da cama e devem ter o comprimento da cama;</li>



<li>Se a cama tiver rodas, manter as mesmas travadas.</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading">QUINTAL:</h3>



<ul class="wp-block-list">
<li>Mantenha o quintal livre de folhas e flores húmidas no chão;</li>



<li>Cuidados redobrados com animais de estimação, principalmente cães e gatos.</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading">Para evitar as quedas em casa, é ainda necessário abandonar hábitos que, à primeira vista, parecem inofensivos, mas que podem tornar-se perigosos, como:</h3>



<ul class="wp-block-list">
<li>Subir a cadeiras, bancos e escadotes instáveis;</li>



<li>Andar apressado sem reparar nos objetos e animais que o rodeiam;</li>



<li>Andar sem o apoio de uma bengala ou andarilho, se o mesmo tiver sido recomendado;</li>



<li>Fechar a porta da casa de banho ou quarto à chave impedindo o acesso rápido, em caso de necessidade;</li>



<li>Usar calçado pouco estável, como chinelos; preferir sapato fechado, com sola antiderrapante;</li>



<li>Usar roupa pouco segura, com peças demasiado compridas, que podem fazer tropeçar.</li>
</ul>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity" style="margin-top:var(--wp--preset--spacing--50);margin-bottom:var(--wp--preset--spacing--50)"/>



<h3 class="wp-block-heading">Conclusões</h3>



<p>Concluindo,<strong> a ocorrência de quedas aumenta com a idade, sendo o espaço habitacional onde estas ocorrem com maior frequência</strong>. As medidas preventivas de promoção de um envelhecimento saudável e de promoção de um ambiente seguro são eficazes, fáceis de implementar e permitem reduzir a prevalência das quedas e das suas consequências.</p>



<p>É essencial procurar ajuda dos profissionais de saúde, pois estes estão capacitados para estabelecer programas específicos e individualizados, adaptados a cada idoso, para maior sucesso no objetivo major da <strong>prevenção de quedas</strong>.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity" style="margin-top:var(--wp--preset--spacing--70);margin-bottom:var(--wp--preset--spacing--70)"/>



<figure class="wp-block-image alignleft size-full is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="452" height="529" src="https://ossosfortes.pt/wp-content/uploads/2024/10/enf_claudia_sousa.jpg" alt="" class="wp-image-4801" style="width:184px;height:auto" srcset="https://ossosfortes.pt/wp-content/uploads/2024/10/enf_claudia_sousa.jpg 452w, https://ossosfortes.pt/wp-content/uploads/2024/10/enf_claudia_sousa-256x300.jpg 256w" sizes="(max-width: 452px) 100vw, 452px" /></figure>



<p>Cláudia Sousa, Enfermeira Chefe do Serviço de Ortopedia da ULSEDV, Mestrado em Enfermagem se Reabilitação, Gestora de processo na consulta FLS da ULSEDV</p>



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		<item>
		<title>Dia Mundial da Osteoporose: porque ainda esperamos pela fratura?</title>
		<link>https://ossosfortes.pt/sem-categoria/dia-mundial-da-osteoporose-porque-ainda-esperamos-pela-fratura/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[adminossos]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Jul 2023 06:55:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://staging.ossosfortes.pt/?p=4321</guid>

					<description><![CDATA[<p>Quem diariamente trata pessoas idosas sabe que há condições clínicas que nem sempre são valorizadas pelos profissionais de saúde e pelas próprias pessoas idosas apesar de poderem interferir muito na sua qualidade de vida e bem-estar… Uma dessas condições é a osteoporose!</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://activa.pt/autores/dra-sofia-duque/">Dra. Sofia Duque</a></p>



<p>A <strong>osteoporose</strong> é uma doença que, como o nome indica, se caracteriza pela fragilização do osso que fica poroso e vulnerável à ocorrência de fraturas, sem que haja necessariamente um traumatismo valorizável.</p>



<p>A perda de massa óssea inicia-se aos 35-40 anos, de forma mais acentuada e precoce nas mulheres devido aos fatores hormonais. É depois da menopausa que as mulheres desenvolvem osteoporose, estando por isso recomendado o rastreio a partir dos 65 anos. No entanto, os homens também podem ter esta doença, devendo ser rastreados a partir dos 70 anos.</p>



<p>O rastreio pode ser feito através da aplicação de ferramentas de avaliação do risco e/ou da realização da densitometria óssea. De facto, a osteoporose é uma doença que maioritariamente afeta as pessoas mais velhas, e em especial as mulheres.</p>



<p>São vários os fatores de risco que acentuam e aceleram a perda de massa óssea tais como o tabaco, o álcool, o sedentarismo, a medicação crónica com cortisona ou outros medicamentos, a ingestão reduzida de cálcio, a falta de estrogénios como acontece na menopausa precoce, o baixo peso, a reduzida exposição solar, sem esquecer a doença tiroideia e a diabetes, várias doenças inflamatórias, a doença renal e hepática crónica. A presença de fatores de risco poderá justificar que o rastreio seja feito mais precocemente.</p>



<p>Durante cerca de 5 anos a trabalhar quase em exclusivo com doentes idosos, vítimas de fraturas ósseas, deparei-me com uma realidade dolorosa e alarmante: a maioria desses doentes nunca fizera rastreio da osteoporose, e como tal, nunca beneficiara de tratamento para a mesma. Isto, apesar de apresentarem vários fatores de risco para a doença e para a ocorrência de quedas.</p>



<p>Uma queda fortuita, numa pessoa com ossos fragilizados, é o “rastilho” para a ocorrência de uma fratura, a qual pode levar ao internamento hospitalar, à necessidade de cirurgia, à perda da capacidade de marcha, à imobilidade e confinamento ao leito, à incapacidade para realizar as atividades do dia-a-dia, à dor intensa, à perda da autonomia para viver sozinho e culminando muitas vezes na institucionalização.</p>



<p>Pessoas totalmente autónomas podem num ápice ver a sua vida literalmente de “pernas para o ar”. Pensei muitas vezes: “se esta pessoa tivesse feito uma densitometria, talvez pudesse ter recebido o tratamento adequado e talvez não tivesse tido esta fratura”, condição que naquele momento a colocava em risco de perder a sua autonomia e dignidade, se não mesmo a sua vida.</p>



<p>Sobre tratamento, não pensamos só em medicamentos, mas também em nutrientes e vitaminas, como o cálcio, a vitamina D e as proteínas, que podem ser suplementados. Mais importante ainda, o tratamento deve incluir atividade física, incluindo exercício de carga que “estimulem” o osso. As intervenções nutricionais e físicas desempenham também um papel fundamental na prevenção da osteoporose, sem esquecer a suspensão tabágica e do álcool.</p>



<p>A importância do rastreio da osteoporose assenta essencialmente no facto de ser uma doença silenciosa…Quando a osteoporose se torna “visível”, já a doença está avançada e com consequências irreversíveis, sejam elas as fraturas do fémur ou do braço por trauma ligeiro, ou a alteração da conformação da coluna, que fica curvada, devido ao surgimento de fraturas espontâneas nas vértebras, estas aliás muito dolorosas e incapacitantes.</p>



<p>Perante este cenário, é legítimo perguntar: Vai esperar pela fratura para diagnosticar a osteoporose?! Assim, se tem mais de 65 anos ou reúne fatores de risco para osteoporose peça ao seu médico para fazer o rastreio da osteoporose. O tratamento precoce evitará uma cascata de eventos indesejáveis!</p>



<p class="has-text-align-center">*<strong>Os textos nesta noticia refletem a opinião pessoal dos autores. </strong><br><strong>Não representam a Ossos fortes.</strong></p>



<p>Fonte/Original:<a href=" https://activa.pt/saude/2022-10-20-dia-mundial-da-osteoporose-porque-ainda-esperamos-pela-fratura/"> https://activa.pt/saude/2022-10-20-dia-mundial-da-osteoporose-porque-ainda-esperamos-pela-fratura/</a></p><p>The post <a href="https://ossosfortes.pt/sem-categoria/dia-mundial-da-osteoporose-porque-ainda-esperamos-pela-fratura/">Dia Mundial da Osteoporose: porque ainda esperamos pela fratura?</a> first appeared on <a href="https://ossosfortes.pt">Ossos Fortes</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Treino de força: Uma poderosa ferramenta na prevenção e tratamento da osteoporose</title>
		<link>https://ossosfortes.pt/sem-categoria/treino-de-forca-uma-poderosa-ferramenta-na-prevencao-e-tratamento-da-osteoporose/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[adminossos]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Jul 2023 06:52:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://staging.ossosfortes.pt/?p=4317</guid>

					<description><![CDATA[<p>O treino de força promove uma otimização do sistema cardiovascular melhorando assim a circulação sanguínea e o aporte dos vários iões, minerais e outros nutrientes essenciais à manutenção da massa muscular e da densidade mineral óssea.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://activa.pt/autores/prof-dinis-anastacio/"></a></p>



<p><a href="https://activa.pt/autores/prof-dinis-anastacio/">Prof. Dinis Anastácio</a><a href="https://activa.pt/autores/prof-dinis-anastacio/"></a></p>



<p>Em todo o mundo, cerca de 200 milhões de mulheres sofrem de osteoporose. Em Portugal, uma em cada três mulheres com mais de 50 anos sofre desta doença. Segundo dados apurados, cerca de 12.2% da população portuguesa sofre de osteoporose, sendo que na população feminina são cerca de 17% e na masculina 2.6%.</p>



<p>A osteoporose pressupõe maior risco de fraturas, quer associadas a quedas, bem como fraturas espontâneas que podem ocorrer com um movimento mais brusco do corpo e até mesmo com um espirro ou tosse. Em Portugal apenas, contabilizam-se cerca de 40.000 fracturas osteoporóticas por ano, o que tem um impacto enorme na qualidade de vida de milhares de portugueses.<br><br>A quantidade máxima de massa óssea é adquirida entre os 20 e os 30 anos de idade. A partir dos 40 ou 45 anos, a massa óssea vai diminuindo de forma contínua em ambos os sexos, com a particularidade que, no caso das mulheres, devido à complexidade do sistema hormonal feminino em situações tais como a gravidez ou a menopausa, diminui de forma mais abrupta colocando-as numa posição de maior risco de incidência de osteoporose.<br><br>Associada à osteoporose está a sarcopenia, doença caraterizada pela perda acentuada de massa muscular e consequentemente diminuição de força. A sarcopenia tem maior expressão a partir dos 50 anos, mas pode ser prevenida ou atenuada com o estímulo direto da contração muscular. Devemos assim procurar realizar atividades que promovam a ativação das fibras musculares tipo II ( potência ), transmitindo força aos tendões, que tencionam os ossos e assim promovem os vários movimentos do corpo humano. As fibras musculares tipo II não são suficientemente estimuladas na grande maioria dos movimentos da vida diária, associados a estímulos de contrações mais lentas e repetitivas e ao sedentarismo.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://images.trustinnews.pt/uploads/sites/4/2023/05/230518_pexels-andrea-piacquadio-3757943-640x960.jpg" alt="" class="wp-image-1344372"/><figcaption class="wp-element-caption">A partir dos 40 ou 45 anos, a massa óssea vai diminuindo de forma contínua em ambos os sexos<br>Foto Pexels/Andrea Piacquadio</figcaption></figure>



<p><br>As contrações musculares mais rápidas e vigorosas representam um estímulo de tração e impacto sobre os ossos, fator este muito importante no processo de osteogensese (formação de massa óssea), pelo que neste sentido, considero a utilização do treino de força associado a atividades de impacto como, a mais importante ferramenta na prevenção e no tratamento da osteoporose.<br>O treino de força promove uma otimização do sistema cardiovascular melhorando assim a circulação sanguínea e o aporte dos vários iões, minerais e outros nutrientes essenciais à manutenção da massa muscular e da densidade mineral óssea.<br><br>Mulheres com pouca massa muscular normalmente tem baixa densidade mineral óssea, enquanto mulheres com mais massa muscular normalmente possuem ossos mais fortes. Por esse motivo, para alcançar resultados mais significativos, quer na prevenção, quer no tratamento, deverá sempre que possível dar-se prevalência ao treino de força com cargas elevadas, a uma intensidade também elevada, mas também é possível obter resultados com cargas menores, desde que a intensidade seja elevada (próxima da fadiga). Promovendo assim, um estímulo mais eficaz sobre os ossos comparativamente ao treino aeróbio (caminhada, natação ou bicicleta). Isso deve-se ao fato de que a força de carga de baixo impacto aplicada no treino aeróbio não provoca cargas de magnitude, taxa ou distribuição suficiente para estimular as células ósseas e a levar a uma resposta esquelética adaptativa. Assumindo-se assim como uma estratégia terapêutica promissora para enfrentar a perda de massa mineral óssea e muscular devido à osteosarcopenia.</p>



<p>Sabemos ainda que, em idades mais avançadas, a existência de comorbilidades, nomeadamente metabólicas e/ou cardiovasculares, aumenta a dificuldade da prescrição para o exercício físico e o risco de eventos que podem comprometer a vida dos indivíduos. Deste modo, o correto diagnóstico da osteoporose bem como a estratificação de outros fatores de risco servirá de base para uma adequada prescrição de exercício físico.<br>Esta prescrição deverá ser realizada apenas por Fisiologistas do Exercício (profissionais licenciados em Educação Física e Desporto ou Ciências do Desporto e com especialização em exercício e saúde) que, preferencialmente, deverão supervisionar e monitorizar as sessões de treino, para garantir quer a segurança quer a correta execução dos exercícios e otimizar os resultados.</p>



<p class="has-text-align-center">*<strong>Os textos nesta noticia refletem a opinião pessoal dos autores. </strong><br><strong>Não representam a Ossos fortes.</strong></p>



<p>Fonte/Original: <a href="https://activa.pt/diz-quem-sabe/2023-05-18-treino-de-forca-uma-poderosa-ferramenta-na-prevencao-e-tratamento-da-osteoporose/">https://activa.pt/diz-quem-sabe/2023-05-18-treino-de-forca-uma-poderosa-ferramenta-na-prevencao-e-tratamento-da-osteoporose/</a></p>



<p></p><p>The post <a href="https://ossosfortes.pt/sem-categoria/treino-de-forca-uma-poderosa-ferramenta-na-prevencao-e-tratamento-da-osteoporose/">Treino de força: Uma poderosa ferramenta na prevenção e tratamento da osteoporose</a> first appeared on <a href="https://ossosfortes.pt">Ossos Fortes</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>Osteoporose: Rastreios atrasados deixam vários casos por diagnosticar</title>
		<link>https://ossosfortes.pt/sem-categoria/osteoporose-rastreios-atrasados-deixam-varios-casos-por-diagnosticar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[adminossos]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Jul 2023 06:47:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Confinamentos provocados pela pandemia pioraram casos de osteoporose, doença que afeta cerca de 800 mil portugueses, sendo anualmente responsável por cerca 40 mil fraturas ósseas.</p>
<p>The post <a href="https://ossosfortes.pt/sem-categoria/osteoporose-rastreios-atrasados-deixam-varios-casos-por-diagnosticar/">Osteoporose: Rastreios atrasados deixam vários casos por diagnosticar</a> first appeared on <a href="https://ossosfortes.pt">Ossos Fortes</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Confinamentos provocados pela pandemia pioraram casos de osteoporose, doença que afeta cerca de 800 mil portugueses, sendo anualmente responsável por cerca 40 mil fraturas ósseas.</em></p>



<p>Em 2020, os acidentes domésticos e de lazer provocaram mais de 64 mil deslocações às urgências em pessoas acima dos 65 anos, o que representa um aumento de 13% face ao ano anterior, segundo dados recentemente divulgados e recolhidos pelo sistema Epidemiologia e Vigilância dos Traumatismos e Acidentes do Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge. A Covid-19 é apontada pelo reumatologista Filipe Araújo, do Hospital de Sant’Ana-SCML, como a possível causa destes números.</p>



<p>Em entrevista ao Lifestyle ao Minuto, o especialista admite que, durante a pandemia, &#8220;muitos rastreios clínicos e diagnósticos ficaram por realizar&#8221;, devido aos sucessivos períodos de confinamento. E &#8220;só agora nos começamos a aperceber daquele que é o impacto maior desta pandemia e que é naturalmente a fratura&#8221;, lamenta.</p>



<p>Existem quantos casos de osteoporose diagnosticados em Portugal?</p>



<p>De acordo com o estudo epidemiológico de doenças reumáticas em Portugal, denominado EpiReumaPt [uma espécie de censos de doenças reumáticas realizado entre 2011-2013], a prevalência de osteoporose era de aproximadamente 10% da população portuguesa (17% mulheres e quase 3% de homens).</p>



<figure class="wp-block-pullquote is-style-plain"><blockquote><p>&nbsp;O receio de contágio e o respeito pelo isolamento levou menos doentes às farmácias comunitárias para adquirir os seus medicamentos</p></blockquote></figure>



<p>Qual a diferença entre a perda de massa óssea normal e a patológica?</p>



<p>A perda de massa óssea é um fenómeno fisiológico, ou seja, todos nós a perdemos a partir do momento em que atingimos o pico de massa óssea aos 25/30 anos. A partir do pico de massa óssea, ocorre a inexorável descida da densidade mineral óssea, que se torna patológica quando atinge determinados limiares aos quais se associa um elevado risco de fratura.</p>



<p>É possível medir o risco de osteoporose?</p>



<p>Subjetivamente sim, através dos fatores de risco. Mas conseguimos medir o risco de fratura quando usamos o FRAX, que nos dá a probabilidade de um determinado indivíduo sofrer uma fratura osteoporótica nos 10 anos seguintes. Se atingir um determinado risco, iniciamos tratamento.</p>



<p>Quem deve mesmo realizar os exames de diagnóstico?</p>



<p>A osteoporose é diagnosticada através de um exame chamado de osteodensitometria (DEXA), que mede a quantidade de massa óssea de um indivíduo através de radiação ionizante (raio-X) tal como a que é utilizada nas radiografias simples. É importante que todas as pessoas com mais de 65 anos realizem, pelo menos, uma DEXA, mas existem vários fatores de risco clínicos, relativos a estilos de vida, doenças ou medicações crónicas, que aumentam o risco de osteoporose em idades mais jovens. Nos dias que correm, a abordagem no rastreio e diagnóstico de osteoporose está a centrar-se mais na identificação de todos aqueles que têm maior risco de fratura através de uma ferramenta de cálculo eletrónica chamada FRAX, que junta os tais fatores de risco clínicos ao resultado da DEXA, e nos indica quem tem benefício de tratamento de osteoporose, para evitar fratura. &nbsp;</p>



<p>Quais os sinais de alerta?</p>



<p>Em primeiro lugar, é importante esclarecer que a osteoporose é totalmente assintomática. O principal sinal de alerta é a ocorrência de uma fratura na sequência de um traumatismo pequeno, por exemplo, uma fratura de punho ao cair da própria altura, da anca ao cair de uma cadeira ou de uma vértebra ao carregar pesos. Outros sinais de alerta relacionam-se com a história de fraturas osteoporóticas em elementos próximos da família, a presença de doenças ou medicações crónicas de maior risco, como a artrite reumatoide, doenças da tiroide, doença celíaca, anorexia nervosa, tratamento com corticoides, insulina, terapêuticas para o cancro da mama ou determinados estilos de vida, que incluam tabagismo e consumo exagerado de álcool ou café.</p>



<figure class="wp-block-pullquote"><blockquote><p>Vários estudos mostram que os doentes que sofrem fraturas perdem qualidade de vida, ficam mais ansiosos e deprimidos</p></blockquote></figure>



<p>Quais as principais consequências da doença?</p>



<p>A consequência derradeira e mais nefasta é, sem dúvida, a &#8216;fratura&#8217; de fragilidade que não pode ser encarada como normal ou inevitável só porque acontece em indivíduos com idade mais avançada. Aproximadamente um em cada quatro doentes (25%) morre no ano seguinte à fratura da anca. Dos que sobrevivem, metade nunca chega a recuperar a função que tinha previamente à fratura, e um em cada três acaba institucionalizado. Os doentes que sofrem fraturas osteoporóticas das vértebras perdem altura e adquirem deformidade irreversível da coluna (hipercifose dorsal ou &#8216;marreca&#8217;) que, por sua vez, causa dor crónica, problemas respiratórios e digestivos. Vários estudos mostram que os doentes que sofrem fraturas perdem qualidade de vida, ficam mais ansiosos e deprimidos, o que se relaciona com a perda das suas capacidades motoras e da sua autonomia. Este impacto psicológico negativo, a maior fragilidade em que estes doentes se encontram e o receio de voltar a cair, aumentam significativamente o risco de novas quedas, perpetuando assim o ciclo das fraturas.</p>



<p>Que alterações do estilo de vida devem ser adotadas a partir do diagnóstico?</p>



<p>É fundamental a promoção de hábitos de dieta, que incluam um adequado aporte de cálcio e proteína, mas também a prática de atividade física regular, o aumento da exposição solar para promover a síntese de vitamina D, durante 10/20 minutos por dia na zona da face e membros superiores, fora das horas de maior perigo, a cessação tabágica e a restrição dos consumos de álcool a 10-20 gramas por dia e cafés a dois ou menos.</p>



<p>A Covid-19 veio agravar a vida destes doentes?</p>



<p>Sim, como a praticamente a de todos os restantes doentes crónicos. Durante a pandemia de SARS-CoV-2, em particular durante os períodos de confinamento, muitos rastreios clínicos e com DEXA, bem como diagnósticos, ficaram por realizar. Além disso, o receio de contágio e o respeito pelo isolamento levou menos doentes às farmácias comunitárias para adquirir os seus medicamentos. No entanto, só agora nos começamos a aperceber daquele que é o impacto maior desta pandemia e que é naturalmente a fratura. Pela quebra das rotinas e pela maior imobilização, os nossos idosos terão intensificado a sua perda de massa óssea e também muscular, o que aumentou o risco de quedas. Para evitar deslocações a mercados ou supermercados, muitos deles não se alimentaram adequadamente, o que contribuiu para a perda das massas óssea e muscular e, pela menor exposição solar, é muito provável que os níveis sanguíneos de vitamina D tenham decrescido ainda mais, agravando a degradação óssea.</p>



<p>Como é feito o tratamento para osteoporose?</p>



<p>O tratamento da osteoporose assenta em quatro pilares fundamentais: a nutrição adequada, a prática do exercício físico, estratégias de prevenção de quedas e, se indicado, tratamento com fármacos anti-osteoporóticos. E todas estas abordagens estão disponíveis em Portugal.</p>



<p>Não temos, infelizmente, uma grande variedade de fármacos anti-osteoporóticos, mas os que temos são bons. Existem dois grandes grupos de fármacos: os osteoformadores, que, tal como o nome indica, são responsáveis por estimular o fabrico de osso novo, e os antireabsortivos, responsáveis por bloquear a degradação do osso mais antigo. Qualquer uma destas classes leva, por conseguinte, a um aumento de massa óssea. Dentro destas classes, existem algumas opções disponíveis e o médico escolhe o tipo de tratamento farmacológico de acordo com a existência prévia ou não de fratura, o tipo de fratura, o risco de sofrer nova fratura e a presença de certas condições, como doença renal ou gastrointestinal. Além disso, o tratamento com estes fármacos anti-osteoporóticos deve fazer-se acompanhar, sempre que possível, de suplementação com cálcio e vitamina D.</p>



<p>É possível reverter a doença?</p>



<p>Claro que sim. A utilização dos fármacos anti-osteoporóticos é responsável pelo aumento da massa óssea e pode, muitas vezes, reverter a osteoporose a osteopenia. Mas o mais importante é que a toma destes fármacos aumenta a massa óssea e reduz o risco de fratura osteoporótica, quer em indivíduos que nunca sofreram nenhuma, quer nos que já sofreram.</p>



<p>Quanto à alimentação, o que recomenda?</p>



<p>A alimentação, quer para evitar o surgimento de osteoporose, quer nos doentes com a doença já estabelecida, deve obedecer aos mesmos princípios e que incluem não apenas aporte adequado de cálcio, mas também de proteína. Ambos fazem parte da microestrutura óssea e são fundamentais para a saúde do osso. O cálcio pode ser obtido a partir dos lacticínios, ou seja, leite e derivados, mas também de outros alimentos como leite de soja, espinafres, brócolos, tofu, sardinhas enlatadas ou salmão enlatado. As proteínas poderão ser de origem animal (carne e peixe) ou vegetal (ervilhas, quinoa, lentilhas ou grão).</p>



<figure class="wp-block-pullquote"><blockquote><p>A única área do conhecimento médico em que a importância da vitamina D está inequivocamente demonstrada é na saúde óssea</p></blockquote></figure>



<p>Qual a média diária de cálcio que deve ser ingerida?&nbsp;</p>



<p>A média diária de cálcio ingerido deverá ser acima de 1200 miligramas, sobretudo se o doente tiver mais de 70 anos de idade.&nbsp;</p>



<p>E quem tem intolerância ao leite e derivados?</p>



<p>No caso de intolerância aos lacticínios, existe a excelente alternativa de optar por leite ou iogurtes sem lactose, por alimentos ricos em cálcio ou por suplementação de cálcio.&nbsp;</p>



<p>Em que casos se justifica a toma de suplementos de cálcio e vitamina D?&nbsp;</p>



<p>Sempre que o doente não pode ou não quer consumir lacticínios, se tem alguma doença que comprometa a normal absorção de cálcio e vitamina D ou ainda se tiver osteopenia na DEXA. Sempre que o doente se encontra a ser tratado com fármacos anti-osteoporóticos, deve também fazer suplementação com cálcio e vitamina D.</p>



<p>Qual o papel da vitamina D na prevenção da osteoporose?</p>



<p>A vitamina D tem sido muito mediatizada, já antes da pandemia de SARS-CoV-2, como tendo um papel importante nas doenças oncológicas, infeciosas, cardiovasculares ou, entre outras, autoimunes. No entanto, a única área do conhecimento médico em que a importância da vitamina D está inequivocamente demonstrada é na saúde óssea. A vitamina D é obtida maioritariamente através da conversão de gordura da pele após exposição solar, entrando depois em circulação e aumentando a absorção de cálcio no intestino, o que é crucial para a mineralização do osso. A ausência de níveis adequados de vitamina D desencadeia mecanismos alternativos de obtenção de cálcio no nosso organismo que causam deterioração do osso.</p>



<p>Em caso de queda doméstica, o que fazer?</p>



<p>A queda é tudo o que queremos que não aconteça no doente com osteoporose, pois mesmo a cumprir tratamento farmacológico, há sempre risco de fratura. Para evitá-la, é fundamental implementar estratégias que incluam a remoção de barreiras em casa, como tapetes ou objetos decorativos no chão, iluminação adequada, a utilização de calçado bem adaptado, quer em casa como na rua, e a revisão de medicação que o doente esteja a tomar e que possa alterar o estado de consciência e levar à queda.&nbsp;</p>



<p>Quais são as respostas que a ciência ainda procura sobre a osteoporose?</p>



<p>Talvez as perguntas mais difíceis &#8211; porque são muitas, muitas mesmo &#8211; sejam sobre o desenvolvimento de melhores instrumentos de diagnóstico de osteoporose, incluindo sob a forma de análises sanguíneas, uma vez que a DEXA apresenta várias limitações; o desenvolvimento de medicamentos anti-osteoporóticos de maior eficácia; e o desenvolvimento de estratégias diagnósticas e de tratamento para a perda de massa muscular, designada sarcopenia, que acompanha os doentes com osteoporose e que aumenta grandemente o risco de queda e fratura subsequente.&nbsp;</p>



<p>Fonte/Original: <a href="https://www.noticiasaominuto.com/lifestyle/1917703/pandemia-ter-deixado-por-diagnosticar-vrios-casos-de-osteoporose">https://www.noticiasaominuto.com/lifestyle/1917703/pandemia-ter-deixado-por-diagnosticar-vrios-casos-de-osteoporose</a></p>



<p></p><p>The post <a href="https://ossosfortes.pt/sem-categoria/osteoporose-rastreios-atrasados-deixam-varios-casos-por-diagnosticar/">Osteoporose: Rastreios atrasados deixam vários casos por diagnosticar</a> first appeared on <a href="https://ossosfortes.pt">Ossos Fortes</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>FRATURAS OSTEOPORÓTICAS: A epidemia silenciosa</title>
		<link>https://ossosfortes.pt/sem-categoria/fraturas-osteoporoticas-a-epidemia-silenciosa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[adminossos]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Jul 2023 06:41:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://staging.ossosfortes.pt/?p=4309</guid>

					<description><![CDATA[<p>Andréa Marques, professora adjunta da Escola Superior de Enfermagem de Coimbra e enfermeira especialista no Serviço de Reumatologia do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra (CHUC) José António Pereira da Silva, professor catedrático da Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra e diretor do Serviço de Reumatologia do CHUC</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>As fraturas causadas pela osteoporose são já um enorme problema de saúde pública em Portugal!</p>



<p>E tenderá a aumentar exponencialmente se a comunidade médica, outros profissionais de saúde e a população em geral em conjunto com as autoridades regulatórias não determinarem a uma ação verdadeiramente enérgica.</p>



<p>Num estudo que publicámos em 2013<a href="https://healthnews.pt/2022/01/03/fraturas-osteoporoticas-a-epidemia-silenciosa/#_edn1">[1]</a> verificámos que ocorreram, só em Portugal continental, mais de 50.000 fraturas osteoporóticas do fémur proximal entre 2006 e 2010. A cada ano o número destas fraturas aumentou de 200 unidades, em média. Podemos assim fazer uma estimativa, otimista, de que sejam atualmente cerca de 13.000 a cada ano, isto é, uma a cada 40 minutos, se o aumento da longevidade não tiver agravado a realidade.</p>



<p>Cada uma cada uma destas fraturas determina o prejuízo acentuado da qualidade da vida das suas vítimas e acrescenta em 12% o risco absoluto de morte no ano subsequente, já elevado pela idade avançada. <a href="https://healthnews.pt/2022/01/03/fraturas-osteoporoticas-a-epidemia-silenciosa/#_edn2">[2]</a></p>



<p>Estimámos, nesse artigo que, a custos de 2011, as fraturas do fémur proximal consumiam já anualmente 216 milhões de euros em custos diretos e indiretos, equivalente a 2,35% do orçamento geral para a saúde nesse ano.</p>



<p>As fraturas do fémur proximal são as mais fáceis de estudar, mas se representam apenas uma em cada 4 fraturas osteoporóticas: 50000 fraturas osteoporóticas a cada ano, neste pequeno país.</p>



<p>Um estudo internacional recente da International Osteoporosis Foundation estima que Portugal gastou 1003 milhões de euros em cerca de 70.000 fraturas osteoporóticas em 2019, representando 5,6% do total de gastos em saúde. Prevê que gastaremos muito mais em 86.000 fraturas em 2034, se nada de efetivo for feito. <a href="https://healthnews.pt/2022/01/03/fraturas-osteoporoticas-a-epidemia-silenciosa/#_edn3">[3]</a></p>



<p>O aumento da incidência do fraturas tem sido relacionado com múltiplos fatores, entre os quais se destaca o notável acréscimo da longevidade da população. Trata-se, em boa medida, de um efeito secundário do progresso social e médico observado nas últimas décadas o que sublinha a nossa responsabilidade coletiva em dar qualidade aos anos que acrescentamos à vida.</p>



<p>Em Portugal, temos instrumentos capazes de diminuir drasticamente este avanço! Persiste, contudo, uma enorme discrepância entre o número de doentes que deveriam receber tratamento e aqueles que efetivamente o recebem, um pouco por todo o mundo.</p>



<p>Temos acesso fácil a medicamentos eficazes, capazes de reduzir o risco de fratura em 50 a 70%;</p>



<p>Temos um instrumento, FRAX® Portugal, que permite estimar o risco individual de fratura com excelente acuidade e, assim, selecionar adequadamente os principais candidatos a tratamento; <a href="https://healthnews.pt/2022/01/03/fraturas-osteoporoticas-a-epidemia-silenciosa/#_edn4">[4]</a> ( https://www.sheffield.ac.uk/FRAX/tool.aspx?lang=pr)</p>



<p>Temos recomendações multidisciplinares sobre quem tratar e quem estudar por densitometria; <a href="https://healthnews.pt/2022/01/03/fraturas-osteoporoticas-a-epidemia-silenciosa/#_edn5">[5]</a>,<a href="https://healthnews.pt/2022/01/03/fraturas-osteoporoticas-a-epidemia-silenciosa/#_edn6">[6]</a></p>



<p>Temos recomendações multidisciplinares sobre a orientação terapêutica mais adequada às diferentes circunstâncias clínicas, tendo em conta as especificidades nacionais ponto.<a href="https://healthnews.pt/2022/01/03/fraturas-osteoporoticas-a-epidemia-silenciosa/#_edn7">[7]</a></p>



<p>Faltam-nos, contudo, 4 condimentos essenciais ao sucesso:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Uma política nacional que defina uma estratégia capaz de combater a epidemia das fraturas, no contexto de uma política que enquadre os prementíssimos problemas inerentes ao envelhecimento populacional;</li>



<li>Uma comunidade médica empenhada em levar à prática as recomendações de rastreio e tratamento em cada um dos seus doentes.</li>



<li>Um efetivo trabalho interdisciplinar que permita providenciar os melhores cuidados aos doentes.</li>



<li>Um maior envolvimento da sociedade em geral e das associações de doentes para aumentar a literacia nesta área.</li>
</ul>



<p>Uma das maiores deficiências neste combate, destacadas em estudos internacionais, reside na falta de tratamento preventivo em pessoas que sofreram já uma fratura osteoporótica. É difícil imaginar mais claro sinal de alerta para a necessidade de iniciar uma terapêutica! A ocorrência de uma fratura é um forte sinal de que uma outra pode ocorrer num futuro próximo. O tratamento destes doentes, sem qualquer outra exigência, é advogado unanimemente em todas as recomendações sobre osteoporose.<a href="https://healthnews.pt/2022/01/03/fraturas-osteoporoticas-a-epidemia-silenciosa/#_edn8">[8]</a></p>



<p>Apesar disso, em Portugal, como aliás no resto do mundo, são menos de 20% os doentes que estão a receber tratamento anti-osteoporótico um ano depois de sofrerem uma fratura!</p>



<p>Um número verdadeiramente lamentável, a todos os títulos, e que urge corrigir!</p>



<p>Cabe, naturalmente, à ortopedia e à medicina geral e familiar um papel especialmente importante e decisivo neste esforço. A reumatologia, que tradicionalmente abraça o tratamento da osteoporose em Portugal, tem também mantido um esforço continuado nesta área, através das recomendações e instrumentos acima referidos e ainda do lançamento de consultas de fraturas de fragilidade em vários hospitais do país. Estas estruturas, designadas internacionalmente por <em>Fracture Liaison Services</em>, são reconhecidas como o instrumento mais eficiente para garantir que pelo menos as pessoas que sofreram uma fratura recebem tratamento para evitar uma subsequente.</p>



<p>O combate à epidemia da osteoporose e das suas consequências não se limita, contudo, a nenhuma especialidade ou profissão, já que todos partilhamos responsabilidades gerais na saúde e todas as especialidades utilizam medicamentos, técnicas e recomendações que afetam a saúde músculo-esquelética dos indivíduos e da população.</p>



<p>Em nome da sustentabilidade do serviço nacional da saúde e da qualidade da saúde pública este é um desafio urgente, de que nenhum profissional de saúde se deve alhear.</p>



<p><a href="https://healthnews.pt/2022/01/03/fraturas-osteoporoticas-a-epidemia-silenciosa/#_ednref1">[1]</a> Andréa Marques, António Mota, …, Jonh Kanis, José António P. Da Silva. A FRAX model for the estimation of osteoporotic fracture probability in Portugal. Acta Reumatologica portuguesa 2013;38:104-112.</p>



<p><a href="https://healthnews.pt/2022/01/03/fraturas-osteoporoticas-a-epidemia-silenciosa/#_ednref2">[2]</a>&nbsp; A. Marques, Ó. Lourenço &amp; J. A. P. da Silva on Behalf of the Portuguese Working Group for the Study of the Burden of Hip Fractures in Portugal. The burden of osteoporotic hip fractures in Portugal: costs, health related quality of life and mortality. Osteoporos Int (2015) 26:2623–2630 DOI 10.1007/s00198-015-3171-5</p>



<p><a href="https://healthnews.pt/2022/01/03/fraturas-osteoporoticas-a-epidemia-silenciosa/#_ednref3">[3]</a> John A Kanis, Nicholas Norton, Nicholas C Harvey, Trolle Jacobson, Helena Johansson, Mattias Lorentzon, Eugene V McCloskey, Carl Willers, Fredrik Borgström. SCOPE 2021: a new scorecard for osteoporosis in Europe Arch Osteoporos. 2021 Jun 2;16(1):82. doi: 10.1007/s11657-020-00871-9.</p>



<p><a href="https://healthnews.pt/2022/01/03/fraturas-osteoporoticas-a-epidemia-silenciosa/#_ednref4">[4]</a> Andréa Marques, Raquel Lucas, Eugénia Simões, Suzanne M M Verstappen, Johannes W G Jacobs, Jose A P da Silva. Do we need bone mineral density to estimate osteoporotic fracture risk? A 10-year prospective multicentre validation study. RMD Open 2017;3:e000509. doi:10.1136/ rmdopen-2017-000509</p>



<p><a href="https://healthnews.pt/2022/01/03/fraturas-osteoporoticas-a-epidemia-silenciosa/#_ednref5">[5]</a> Andréa Marques, Óscar Lourenço, Gustaf Ortsäter, Fredrik Borgström, John A. Kanis, José António P. da Silva. Cost-effectiveness of intervention thresholds for the treatment of osteoporosis based on FRAX® in Portugal. Calcif Tissue Int 2016; 99:131–141.</p>



<p><a href="https://healthnews.pt/2022/01/03/fraturas-osteoporoticas-a-epidemia-silenciosa/#_ednref6">[6]</a> Marques A, Rodrigues AM, Romeu JC, JAP da Silva. Multidisciplinary Portuguese recommendations on DXA request and indication to treat in the prevention of fragility fractures. Acta Reumatol Port 2016;41:305-21.</p>



<p><a href="https://healthnews.pt/2022/01/03/fraturas-osteoporoticas-a-epidemia-silenciosa/#_ednref7">[7]</a> Rodrigues AM, Canhão H, Marques A, … da Silva JAP, on behalf of the Portuguese Society of Rheumatology. Portuguese recommendations for the prevention, diagnosis and management of primary osteoporosis – 2018 update. ACTA REUMATOL PORT. 2018;43:10-31</p>



<p><a href="https://healthnews.pt/2022/01/03/fraturas-osteoporoticas-a-epidemia-silenciosa/#_ednref8">[8]</a>&nbsp; Vd <a href="https://www.capturethefracture.org/">https://www.capturethefracture.org/</a></p>



<p>Fonte/Original: <a href="https://healthnews.pt/2022/01/03/fraturas-osteoporoticas-a-epidemia-silenciosa/">https://healthnews.pt/2022/01/03/fraturas-osteoporoticas-a-epidemia-silenciosa/</a></p><p>The post <a href="https://ossosfortes.pt/sem-categoria/fraturas-osteoporoticas-a-epidemia-silenciosa/">FRATURAS OSTEOPORÓTICAS: A epidemia silenciosa</a> first appeared on <a href="https://ossosfortes.pt">Ossos Fortes</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Os ossos frágeis que matam silenciosamente</title>
		<link>https://ossosfortes.pt/sem-categoria/os-ossos-frageis-que-matam-silenciosamente-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[adminossos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Jan 2022 10:44:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://ossosfortes.pt/?post_type=news&#038;p=2079</guid>

					<description><![CDATA[<p>Podemos tratar a osteoporose? Devemos tratar a osteoporose!</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h3 style="text-align: center;">Podemos tratar a osteoporose? Devemos tratar a osteoporose!</h3>
<p>A osteoporose caracteriza-se por ser uma doença silenciosa que vai reduzindo a densidade óssea, aumentando o risco de fraturas. Estima-se que atinge cerca de meio milhão de portugueses, em particular mulheres acima dos 50 anos, e é responsável por cerca de 50 mil fraturas por ano só em Portugal. No âmbito deste tema partilhamos um artigo de opinião de José Canas da Silva, Reumatologista, Chefe de Serviço, Diretor Clínico da Consulreuma (Consultores em Reumatologia e Osteoporose de Lisboa).</p>
<p>A osteoporose é uma patologia que, atualmente, está a cair em esquecimento, como acontece com muitas outras doenças crónicas ofuscadas pelo surto pandémico do Sars-cov 2. É crescentemente um problema de saúde pública pela dimensão e pela gravidade que vem assumindo. O envelhecimento crescente da nossa população, os sucessivos confinamentos, o isolamento social que daí adveio, o menor recurso aos cuidados médicos e medicamentos, a menor utilização dos fármacos, sobretudo de uso crónico, colocou em evidência uma situação grave com uma tendência que se acentua para as doenças crónicas como é o caso da osteoporose.</p>
<p>Clique<strong> <a href="https://raiox.pt/podemos-tratar-a-osteoporose-devemos-tratar-a-osteoporose/">aqui </a></strong>para acabar de ler esta notícia.</p><p>The post <a href="https://ossosfortes.pt/sem-categoria/os-ossos-frageis-que-matam-silenciosamente-2/">Os ossos frágeis que matam silenciosamente</a> first appeared on <a href="https://ossosfortes.pt">Ossos Fortes</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Fraturas de fragilidade: um problema de Saúde Pública que mobiliza Associações e Sociedades na área da osteoporose</title>
		<link>https://ossosfortes.pt/sem-categoria/fraturas-de-fragilidade-um-problema-de-saude-publica-que-mobiliza-associacoes-e-sociedades-na-area-da-osteoporose/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[adminossos]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Oct 2021 14:26:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://ossosfortes.pt/?post_type=news&#038;p=2050</guid>

					<description><![CDATA[<p>No âmbito do Dia Mundial da Osteoporose, as principais Associações e Sociedades que atuam na área da osteoporose criaram uma campanha de sensibilização com vista a alertar para o impacto das fraturas de fragilidade óssea.</p>
<p>The post <a href="https://ossosfortes.pt/sem-categoria/fraturas-de-fragilidade-um-problema-de-saude-publica-que-mobiliza-associacoes-e-sociedades-na-area-da-osteoporose/">Fraturas de fragilidade: um problema de Saúde Pública que mobiliza Associações e Sociedades na área da osteoporose</a> first appeared on <a href="https://ossosfortes.pt">Ossos Fortes</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3 style="text-align: center;"><strong>Rúbrica “A Queda Não Mora Aqui” e série “Sereias de Cristal” são algumas das iniciativas de sensibilização</strong></h3>
<p>No âmbito do Dia Mundial da Osteoporose, que se assinala hoje, as principais Associações e Sociedades que atuam na área da osteoporose criaram uma campanha de sensibilização com vista a alertar para o impacto das fraturas de fragilidade óssea.</p>
<p>A nível mundial estima-se que a osteoporose seja responsável por 8.9 milhões de fraturas no mundo, o que equivale à ocorrência de uma fratura osteoporótica a cada 3 segundos. Um problema de saúde pública a que importa dar resposta e que mobiliza a Associação Portuguesa de Profissionais de Saúde em Reumatologia (APPSReuma), a Sociedade Portuguesa de Reumatologia (SPR) e a Sociedade Portuguesa de Osteoporose e Doenças Ósseas Metabólicas (SPODOM), numa onda de sensibilização com uma campanha que conta com o apoio da Amgen.</p>
<p><em>“A osteoporose afeta os ossos de 800 mil portugueses e é responsável por cerca de 40 mil fraturas ósseas anuais, com um impacto direto a nível económico e psicológico nos indivíduos. Para percebermos o impacto destas fraturas, podemos referir que os custos médios de uma fratura da anca em Portugal, só no primeiro ano, são de 13.434€<sup>1</sup>” </em>destaca a Profª Drª Helena Canhão, presidente da SPR.</p>
<p>Para combater esta realidade, foram ainda criadas duas mini-séries que procuram ajudar a população a diminuir o risco de quedas e fraturas, com uma mensagem de sensibilização para o seu impacto e a importância de acompanhamento médico. A rúbrica “A Queda Não Mora Aqui” é constituída por um conjunto de cinco episódios, com dicas simples de alterações ou cuidados a ter em casa. Com a série “Sereias de Cristal” assistimos à realidade do impacto de uma fratura por fragilidade óssea.  Estas iniciativas estão disponíveis em <a href="https://ossosfortes.pt/dia-mundial-da-osteoporose/dia-mundial-da-osteoporose-2021/">ossosfortes.pt.</a></p>
<p>Para a Profª Drª Ana Paula Barbosa <em>“esta iniciativa representa mais um passo a nível educativo para todas as pessoas que vivem com osteoporose e para a população em geral. Afinal, as fraturas de fragilidade apresentam uma dimensão preocupante:  Em 2019, na Europa, incluindo Portugal, ocorreram 4.3 milhões de novas fraturas de fragilidade, o que corresponde a 8 fraturas por minuto”.</em></p>
<p>A presidente da APPSReuma, Enfª Andréa Marques, destaca que “<em>a qualidade de vida dos doentes de fraturas de fragilidade diminui drasticamente, é importante a disponibilização de materiais que permitam identificar os principais obstáculos e como ultrapassá-los”. </em></p>
<p>Esta iniciativa conta ainda com ferramentas essenciais na área da osteoporose, como um guia desenvolvido com o objetivo de disponibilizar informações sobre os cuidados a ter após uma fratura da anca, bem como dicas básicas para evitar outra fatura e para tratar a osteoporose.</p>
<p><u>Mais sobre as entidades envolvidas:</u></p>
<p><strong><u>Sobre a Sociedade Portuguesa de Osteoporose e Doenças Ósseas Metabólicas (SPODOM):</u></strong></p>
<p>A Sociedade Portuguesa de Osteoporose e Doenças Ósseas Metabólicas (SPODOM), é uma associação médica para o estudo, investigação, prevenção e tratamento das doenças ósseas metabólicas em seus diferentes aspetos e de luta contra a Osteoporose, em particular. Existe desde Julho de 1988 e congrega diversas especialidades médicas que estudam e tratam a Osteoporose e as Doenças Metabólicas do osso como Endocrinologia, Reumatologia, Ortopedia, Medicina Física e de Reabilitação, Ginecologia, Medicina Interna e Medicina Geral e Familiar. Para mais informações pode consultar <a href="http://www.spodom.pt">www.spodom.pt</a>.</p>
<p><strong><u>Sobre a APPSReuma:</u></strong></p>
<p>A Associação Portuguesa de Profissionais de Saúde (APPSReuma) , fundada em 2014 , é uma associação de profissionais de saúde com o objetivo com uma visão muito focada na prática e na implementação de melhorias na prestação de cuidados multiprofissionais aos doente com patologia reumática.</p>
<p><strong><u>Sobre a Amgen:</u></strong><strong>  </strong></p>
<p>A Amgen está empenhada em desenvolver o potencial da biologia para o tratamento de doentes que sofrem de doenças graves, descobrindo, desenvolvendo, fabricando e fornecendo terapêuticas inovadoras para uso humano. Esta abordagem começa com a utilização de ferramentas como a genética humana avançada para desvendar as complexidades da doença e entender os fundamentos da biologia humana.</p>
<p>A Amgen concentra-se em áreas de elevada necessidade médica não satisfeita e aproveita a sua experiência no fabrico de produtos biológicos para encontrar soluções que melhorem os resultados em saúde e melhorem drasticamente a vida das pessoas. Pioneira em biotecnologia desde 1980, a Amgen cresceu e tornou-se a maior empresa independente de biotecnologia do mundo, alcançou milhões de doentes em todo o mundo e está a desenvolver uma linha de medicamentos com potencial disruptivo. Para mais informação visite <a href="http://www.amgen.pt">www.amgen.pt</a>.</p>
<p>PT-AMC-1021-00009 | 2021 Outubro</p><p>The post <a href="https://ossosfortes.pt/sem-categoria/fraturas-de-fragilidade-um-problema-de-saude-publica-que-mobiliza-associacoes-e-sociedades-na-area-da-osteoporose/">Fraturas de fragilidade: um problema de Saúde Pública que mobiliza Associações e Sociedades na área da osteoporose</a> first appeared on <a href="https://ossosfortes.pt">Ossos Fortes</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Fraturas de fragilidade: a importância do diagnóstico precoce</title>
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		<dc:creator><![CDATA[adminossos]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Oct 2021 19:37:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Apesar da osteoporose ser uma patologia silenciosa, afeta cerca de 800 mil portugueses e apresenta um elevado impacto físico, psicológico e socioeconómico.</p>
<p>The post <a href="https://ossosfortes.pt/sem-categoria/fraturas-de-fragilidade-a-importancia-do-diagnostico-precoce/">Fraturas de fragilidade: a importância do diagnóstico precoce</a> first appeared on <a href="https://ossosfortes.pt">Ossos Fortes</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Apesar da osteoporose ser uma patologia silenciosa, afeta cerca de 800 mil portugueses e apresenta um elevado impacto físico, psicológico e socioeconómico, sendo anualmente responsável por cerca de 40 mil fraturas ósseas. Com o propósito de combater estes números a nível nacional, a Associação Nacional das Farmácias (ANF) lançou, no dia 12 de maio, com o apoio da Amgen, uma iniciativa de sensibilização e consciencialização em relação à doença e aos fatores de risco associados, promovendo um rastreio ao nível nacional nas farmácias aderentes.</p>
<p>Esta iniciativa permitiu informar os doentes, os seus cuidadores e familiares acerca da principal consequência da osteoporose, as fraturas por fragilidade resultantes da deterioração óssea, e permitiu reforçar o conhecimento acerca dos fatores de risco associados, como por exemplo a idade, e acerca dos cuidados a ter com o estilo de vida, como o tabagismo, o consumo excessivo de álcool e a redução ou ausência de atividade física. Contou ainda com uma avaliação dos fatores de risco associados à osteoporose especificamente na população feminina portuguesa com 50 ou mais anos.</p>
<p><span style="color: #3366ff;"><strong>Os resultados do rastreio: uma parceria de sucesso</strong></span></p>
<p>Com base no questionário da Fundação Internacional de Osteoporose <span style="color: #000000;">(IOF)</span> sobre os riscos da osteoporose, ao longo do mês de maio foram rastreados um total de 1.343 indivíduos, cuja idade média calculada foi de 62 anos, resultantes da adesão de 102 farmácias comunitárias portuguesas. Esta iniciativa permitiu obter uma estimativa da prevalência destes fatores a nível nacional e regional, e, ainda permitiu, realizar uma avaliação das características sociodemográficas da população rastreada.</p>
<p>Mediante a análise dos dados deste rastreio, foi possível determinar que mais de <strong>90% dos indivíduos estava em risco de osteoporose</strong>, sendo estes caracterizados por uma idade e IMC superiores e grau de escolaridade inferior, quando comparados com os indivíduos que não apresentam risco de osteoporose.</p>
<p>Foram, ainda, identificados os fatores de risco mais frequentes, sendo eles: tratamentos anteriores ou concomitantes (76.3%), idade (67.5%) e outras doenças (54.9%), os quais apresentam uma significativa prevalência a nível nacional (92%) e regional. A nível regional, é no Centro e no Alentejo que os valores são superiores, 95.1% e 93.2%, respetivamente, e inferiores no Algarve (89.3%) e Lisboa e Vale do Tejo (89.8%).</p>
<p>De acordo com os dados indicados anteriormente, foi possível concluir que <strong>aproximadamente 1 em cada 2 participantes tem pelo menos 3 fatores de risco para a osteoporose e que indivíduos com menor grau de escolaridade e não empregados são mais propensos a possuir os referidos fatores de risco.</strong></p>
<p><span style="color: #3366ff;"><strong>A importância do rastreio precoce!</strong></span></p>
<p>A realização deste rastreio e avaliação dos fatores de risco demonstraram ser de extrema importância, uma vez que permitem aos médicos determinar os grupos prioritários para um acompanhamento adequado visando a redução do risco de osteoporose. É ainda fundamental referir que esta iniciativa demonstrou ser muito relevante para ajudar a consciencializar as pessoas da importância da sua própria intervenção no que respeita aos seus fatores de risco, uma vez que, através da sua avaliação, é possível serem orientados para uma intervenção precoce e mais eficaz.</p>
<p>Numa última nota, é de salientar a importância da prevenção na redução do impacto que a osteoporose pode ter na qualidade de vida dos portugueses, fator que orientou, em todos os momentos, a realização desta iniciativa, que, com a ajuda da ligação das farmácias, permitiu reunir os dados para intervir em prol da saúde pública.</p>
<p>PT-AMC-1021-00001 &#8211; Outubro 2021</p>


<figure class="wp-block-video"><video controls src="https://ossosfortes.pt/wp-content/uploads/2021/10/5_anf_osteoporose.mp4.mp4"></video></figure><p>The post <a href="https://ossosfortes.pt/sem-categoria/fraturas-de-fragilidade-a-importancia-do-diagnostico-precoce/">Fraturas de fragilidade: a importância do diagnóstico precoce</a> first appeared on <a href="https://ossosfortes.pt">Ossos Fortes</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
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		<title>O projeto que procura ser uma ferramenta para os doentes que sofrem fraturas de fragilidade!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[adminossos]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Sep 2021 15:20:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Associação Portuguesa de Profissionais de Saúde em Reumatologia (APPSreuma) criou o Projeto C2F, um curso sobre Consultas de Fraturas de Fragilidade Óssea.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h4 class="news-subheadline"><em>As fraturas osteoporóticas constituem um importante problema de saúde pública a que importa dar resposta</em></h4>
<p>A formação iniciou-se a 2 de junho de 2021 e vai avançar para uma fase de desenvolvimento e implementação futura de uma proposta de criação de consulta de fraturas de fragilidade para contribuir para a melhoria de cuidados no Serviço Nacional de Saúde (SNS).</p>
<p>O curso conta com a parceria do Colégio Especialidade de Enfermagem de Reabilitação da Ordem dos Enfermeiros, a Sociedade Portuguesa de Reumatologia (SPR), a Liga Portuguesa Contra as Doenças Reumáticas (LPCDR), e a Associação de Enfermeiros Portugueses de Ortopedia e Traumatologia (AEPOT), e tem o apoio da Amgen Biofarmacêutica.</p>
<p>Clique <a href="https://www.atlasdasaude.pt/noticias/appsreuma-da-vida-ao-projeto-c2f">aqui</a> para acabar de ler esta notícia.</p><p>The post <a href="https://ossosfortes.pt/sem-categoria/o-projeto-que-procura-ser-uma-ferramenta-para-os-doentes-que-sofrem-fraturas-de-fragilidade/">O projeto que procura ser uma ferramenta para os doentes que sofrem fraturas de fragilidade!</a> first appeared on <a href="https://ossosfortes.pt">Ossos Fortes</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Osteoporose: Vamos promover a qualidade óssea dos idosos (e a nossa)!</title>
		<link>https://ossosfortes.pt/sem-categoria/osteoporose-vamos-promover-a-qualidade-ossea-dos-idosos-e-a-nossa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[adminossos]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Aug 2021 14:48:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://ossosfortes.pt/?post_type=news&#038;p=1806</guid>

					<description><![CDATA[<p>Os nossos avós têm pouca qualidade de vida e autonomia física e cognitiva, e muito se deve ao facto de terem uma má qualidade óssea, que os impossibilita de fazer coisas tão simples como ir dar um passeio.</p>
<p>The post <a href="https://ossosfortes.pt/sem-categoria/osteoporose-vamos-promover-a-qualidade-ossea-dos-idosos-e-a-nossa/">Osteoporose: Vamos promover a qualidade óssea dos idosos (e a nossa)!</a> first appeared on <a href="https://ossosfortes.pt">Ossos Fortes</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h4 class="news-subheadline">Artigo de opinião de Andréa Marques – Professora na Escola Superior de Enfermagem de Coimbra, Enfermeira no serviço de Reumatologia do CHUC.</h4>
<p class="t-article-content-intro-1 selectionShareable">Os ossos começam-se a formar ainda no útero materno, vão crescendo até formar o esqueleto adulto. O tecido ósseo está em constante transformação, sendo produzido diariamente novo osso, mais forte, e, reabsorvido osso velho, mais frágil. Quando somos jovens, criamos mais rapidamente osso novo do que destruímos osso velho, e a massa óssea aumenta. Contudo, após os 30 anos começamos a perder mais massa óssea do que a que ganhamos, o que pode influenciar que após os 50 anos possa surgir uma doença chamada osteoporose.</p>
<p>A osteoporose é uma doença caracterizada por perda progressiva da densidade mineral óssea com consequente aumento do risco de fraturas causadas por traumatismo mínimo. A importância da osteoporose reside essencialmente nas fraturas de fragilidade e nas suas consequências, que incluem a incapacidade, a dependência de terceiros e até a morte.</p>
<p>Sabemos que a evolução desta epidemia silenciosa (que afeta sobretudo mulheres e idosos – na sua maioria com &#8216;pouca voz social&#8217;) e as suas consequentes fraturas, representam um elevado fardo social em termos de custos, perda de qualidade de vida e mortalidade.</p>
<p>Clique <a href="https://www.noticiasaominuto.com/lifestyle/1808410/osteoporose-vamos-promover-a-qualidade-ossea-dos-idosos-e-a-nossa">aqui</a> para acabar de ler esta notícia.</p><p>The post <a href="https://ossosfortes.pt/sem-categoria/osteoporose-vamos-promover-a-qualidade-ossea-dos-idosos-e-a-nossa/">Osteoporose: Vamos promover a qualidade óssea dos idosos (e a nossa)!</a> first appeared on <a href="https://ossosfortes.pt">Ossos Fortes</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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